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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Despedida da academia

Resolvi mudar de cidade, então tive que abandonar a academia. No último dia, resolvi ir a tarde. Quanto homem delicioso. O carinha do segundo lugar estava lá. Ficou me olhando o tempo todo. Me deu vontade de me aproximar. Como iria me mudar de cidade, resolvi não tomar nenhuma atitude. Se o cara tivesse muito afim, tenho certeza que iria chegar chegando. Macho que é macho, quando quer, não pede, ele pega.

Aproveitei o máximo aquela tarde. Vi muitos homens malhados. No vestiário, vi o máximo de machos possíveis. Pena que nesse dia não consegui ver nenhum nu. Comecei, então, a lembrar de várias coisas que tinham acontecido lá.

Certa vez entrei e tinha um carinha beijando uma garota na entrada. Parecia um tesãozinho. Quando entrei no vestiário, tinha um moreno que vez ou outra, encontrava com ele. Quando eu chegava para começar a malhação, ele se arrumava para ir embora. 

Nesse dia, ele puxou conversa. Teve uma hora que ele tirou a toalha e deu para ver tudo. Quando tirou a toalha, ficou de frente para mim. Parecia que estava pedindo. Nesse dia aproveitei. Olhei com vontade. De cima abaixo. Pena que no melhor momento, o carinha que tava beijando a namorada na entrada, entrou e cortou nosso barato. Ele ficou meio sem graça e saiu para se trocar do lado de fora, onde tinha aquele corredor sala, com armários e bancos. Eu também saí, pois o vestiário tinha começado a encher, e me troquei lá fora. Foi bom porque vi o carinha do beijo só de cueca.


Teve uma vez que fazia abdominal e sentou um cara para fazer uma máquina. O cara virou para mim e deu para ver pela lateral do calção, a cueca dele. Ele percebeu e continuou o exercício de costas. Acho que não gostou muito! A única bola fora que dei durante todo o tempo que estive lá foi essa!


Fiz amizade com um carinha que era um pouco mais velho do que eu. Sempre fazíamos alongamento, esteira, bicicleta e outros aparelhos juntos. Conversávamos como amigos. Certa vez, ele pediu para eu ir com ele para o seu curso de computação. Não quis ir porque trabalhava e vinha direto do serviço para a academia. Acho que ele não gostou muito. Parou de conversar comigo. 

Depois de uns tempos, nem o vi mais na academia. Uma vez passei sem querer em frente do seu curso e ele estava lá. Senti muita falta de sua companhia, porque foi um dos poucos caras com quem troquei idéias. Também tinha o coroa que comeu a loira de quatro. Ele sempre conversava comigo. Acho que porque eu era bem novinho!

Apesar de não ter ficado com ninguém, passei momentos agradáveis lá.

Beijos nos pés!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O corredor sala da academia

Como só funcionava um vestiário, às vezes ficava lotado. Então como o bloco era só masculino, os caras resolviam trocar de roupa numa espécie de corredor que tinha do lado de fora. Era uma sala entre as salas de aparelhos e o vestiário. Essa sala corredor tinha bancos e armários. Quando chegava cedo, às vezes ficava lanchando e lendo a “Veja” nesses bancos. Enquanto lanchava, via muita coisa interessante.

Esse corredor tem muitas histórias. Muitas vezes cheguei e o vestiário estava cheio de gente e fiz a troca de roupa nesse corredor. Certa vez vi um coroa de coxas bem grossas e peludas, com pezões bem grandes que era uma delícia. 

Esse coroa tinha cabelos grisalhos. Mas não parecia velho. Acho que tinha despigmentação de cabelos. Devia ter no máximo uns trinta. De todos os caras que vi, o que me deixou com tesão total foi esse carinha. Esse dia olhei mesmo para suas pernas enquanto ficou só de cueca. E olhei também para sua mala que era bem volumosa. Deviam fazer a festa naquela rola e naquelas pernas grossas e peludas. Pena que no melhor momento, alguém ficou na minha frente. Quando percebi, o cara já tinha vestido as calças.

 Outra vez quando cheguei, encontrei com ele fazendo exercícios para as coxas. O cara vestia aquele calção azul apertado da Adidas. Aquele coxão me deixou de pau duro. Lembro que desviei até o caminho para não passar muito perto dele. Quase nunca encontrava com ele porque ele vinha mais cedo. Eu gostava de ir mais tarde e ficar até fechar a academia.

Apesar do cara ser um tesão, o vi pouquíssimas vezes. Queria poder vê-lo novamente. Deve estar um gato malhado!

Amanhã tem mais!

Beijos nos pés!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Os coroas da academia

Depois de alguns meses frequentando a academia, apareceu um coroa. Devia ter uns 40 anos. O macho era bom. Tinha um corpo macio, um sorriso maroto, sempre era simpático e me cumprimentava. Aliás, era simpático com todos.

Comecei a me apaixonar pelo carinha. Contava as horas para ir para a academia, só para vê-lo. Até que um dia, ele apareceu com uma garota. Acho que era namorada. Não sei! Podia ser só amiga. De qualquer maneira, foi um balde de água fria. Minha adrenalina subiu e desceu ao mesmo tempo. Desisti do cara.

Tinha um coroa que fazia academia que devia ter uns 40 anos. Apesar da idade, estava com tudo em cima. Não tinha amizade com quase ninguém, mas esse coroa sempre era simpático comigo.


Puxava conversa. Me ajudava com alguns aparelhos. Ele só treinava com pesos nos tornozelos e na barriga. Às vezes o treinador se irritava com ele porque ele chegava cedo, acho que umas sete horas, e ficava até o fechamento que era as onze horas. Certa vez o treinador se irritou porque era véspera de feriado e não tinha quase ninguém e o treinador queria fechar mais cedo.


Enquanto me arrumava para ir embora, o treinador veio reclamar do cara que queria ficar até as onze. Também só uma vez, o coroa podia ter cedido. Fez o treinador ficar até as onze. Ele parava a musculação para ir azarar as meninas. Às vezes chegava, e ele estava no refeitório ou então azarando alguém.

Apesar de toda azaração, certa vez ele disse que tinha comido uma loira de quatro. Disse isso enquanto eu trocava de roupa. Ficou olhando para meu traseiro. Fez uma cara de comedor.

Acho que era uma indireta, sinto que às vezes ele me olhava com vontade de querer me comer. Apesar de ser um coroa enxuto, com um corpão. Tinha pele branca, corpo peludo, pés grandes, mas mesmo assim, não tinha tesão por ele. Nunca tenho tesão pelos amigos.
Teve um coroa bem simpático que sempre me cumprimentava. Ele parecia o Owen Wilson. Certa vez encontrei com ele no Shopping e ele me cumprimentou acenando com a mão e sorriu.


Não tinha percebido que era ele e não fiz nada. Apenas o olhei. Me arrependi. Pareci orgulhoso e metido a besta. Só me dei conta da burrice que fiz depois que o cara foi embora.


Nunca mais o vi para poder pedir desculpas. Sou bem reservado e tenho receio de dar bola fora.

Amanhã tem mais!

Beijos nos pés!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Competição de músculos

Dias se passavam e eu continuava com minha azaração no vestiário. Certo dia, encontrei um moreno de tirar o chapéu. Não era muito alto, mas tinha o corpo bem musculoso. Mas sem exagero. Não gosto de homens bombados. O cara era moreno de cabelos lisos e escuros. Tinha pernas grossas e peludas. Seus pés eram grandes e pareciam bem macios.

Certa vez ele entrou para se trocar e eu estava trocando de roupa. Ele só me olhou e na hora de tirar a roupa, virou de costas. Não deu para ver sua mala, mas em compensação, vi sua traseira. Era bem gostosinha. Bem carnuda. Troquei de roupa rapidamente e fui malhar.

Até que certa sexta feira quando cheguei, a academia estava fechada. Tomei um susto. Não havia compreendido. Até que alguém me informou que iria haver um campeonato de garoto e garota fitness. Como já estava lá, resolvi ficar para ver os caras. Primeiro foi as mulheres. Ganhou uma bem bombada. A gente via que era bomba pura. Mas tudo bem!

Quando começou os homens, apareceu aquele carinha moreno que ficou de traseira para mim. Torci por ele, mas ele ficou em terceiro lugar. O primeiro era mais bombado que ele. Achei injustiça, porque ele era musculoso naturalmente, e o outro era só bomba. Mas tudo bem!

O carinha do segundo lugar tinha um fã clube de camiseta e tudo. Mas não levou. Nunca tinha visto ele porque ele só vinha à tarde. Quando terminou o campeonato, ele veio cumprimentar um coroa que estava do meu lado que era amigo dele. Ele só me olhou. Pensei que também fosse me cumprimentar. Ainda bem que não estendi a mão para ele, se não iria levar um fora danado.

Amanhã tem mais!

Beijos nos pés!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O milico da academia

Certa vez, na entrada da academia, deparei-me com um carinha todo de farda da aeronáutica. Adoro esses uniformes azuis. Aquele colega da faculdade por quem fui apaixonado era da aeronáutica. Nesse dia, o cara estava de saída. Quando entrei, reparei que ele me deu uma olhada, apesar de estar azarando uma garota, mas não dei muita trela.



Passou alguns dias e entrei no vestiário da academia para trocar de roupa e aproveitei para comer. Comia para fazer hora e aproveitar o máximo a troca de roupa dos caras. Quase nunca via nada. Um ou outro que ficava só de cueca.


Enquanto comia, o milico surgiu não sei de onde. Ou veio da sauna, ou estava tomando banho. Sentou próximo do meu lado. Na outra ponta do banco. Sorriu e me cumprimentou. Me deu um frio na barriga. Aquela sensação de borboletas no estômago. O cara começou a puxar conversa fiada. Dessa vez achei que iria me dar bem.

Enquanto conversava com ele, reparei em suas pernas que eram bem brancas, grossas e peludas. Tinha corpo de macho. Seus braços e antebraços eram fortes. Aquele homem de pegada. Ombros largos. O peito também tinha pelos. A barba estava feita. Acho que milico não pode ficar por barba por fazer. 

Seus pés brancos e rosados deviam ser 42. Adoro esse número. Não muito grande, nem muito pequeno. Acho que se encaixa aos meus que são 40. A conversa rolava bem, até que chegou um carinha para atrapalhar. Acho que o cara também era gay. Quando saiu, ele olhou para o milico e disse “benza a Deus, hein”! O cara riu e continuamos a conversar.

Comecei a trocar de roupa e o cara reparou em meu corpo. Até que entrou alguém. O cara resolveu se trocar também. Na hora que tirou a toalha, fiquei com vergonha de olhá-lo, pois tinha gente no recinto. 

Quando o vi, já estava de cueca. Depois desse dia, o vi mais algumas vezes. Até que me mudei e parei de frequentar a academia.

Amanhã tem mais!

Beijos nos pés!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O moreno da academia

Até que um certo dia, cheguei na academia e fui trocar de roupa e aproveitei para comer um lanche. Enquanto comia, apareceu um macho de vinte e poucos anos. Um moreno de babar. Da cor do pecado. Tinha pernas grossas e peludas e calçava uns 42. Sua sola era bem vermelhinha. Devia ser tão macia!

O cara tirou a roupa e colocou a toalha. Fiquei com vergonha na hora que abaixou a cueca. Mas quando se virou para ir em direção ao chuveiro, reparei na sua traseira que estava descoberta. Ele entrou num chuveiro, mas viu que tinha reparado nele. Então voltou e entrou num chuveiro de frente para mim. Deixou a porta entreaberta e tirou a toalha.

Nesse momento fiquei animado. Não tinha muita experiência, mas acho que o cara estava afim de alguma coisa. Demorei bastante a comer meu lanche, para poder apreciar o carinha tomando banho. 

Eu aproveitei porque não tinha ninguém no vestiário. Só ele e eu. Às vezes ele virava de lado e via seu perfil e seu pênis. Parecia bonito. Era grande e grosso. Teve uma hora que ele abriu um pouco mais a porta de propósito e virou de frente. Eu disfarçava, mas ele percebeu meu interesse. Ele ficou de lado e começou a ficar excitado.

De lado deu para ver a coisa crescendo. Ele passava a mão no pênis como se forçasse para descer, mas o bicho só levantava. Tinha visto o pinto do meu tio ereto, mas nunca de homem nenhum. Aquilo foi magnífico! 

O cara deslizava sua mão pelo seu membro, como se quisesse bater uma punheta. Me deixou com muito tesão. Até que alguém entrou e ele fechou um pouco mais a porta.
Saiu calado e veio em minha direção só com a toalha na mão. Percebi sua risadinha safada. Largou a toalha e colocou a cueca. Já estava com o pênis flácido. Puxou conversa fiada. 

Foi bem simpático. Como não tinha experiência em paquerar, muito menos em sexo, resolvi me vestir e ir para a musculação. Fui até uma área externa fazer alongamento. 

Enquanto fazia, o cara passou e disse não sei o quê. Em seguida, deu uma risadinha e foi embora. Depois daquele dia, nunca mais o vi. Juro que pensei que fosse arrumar um namorado.

Amanhã tem mais!

Beijos nos pés!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A sauna da academia

No terceiro dia de academia, fecharam o vestiário que ficava mais vazio. Então tive que ir para o outro que ficava bastante gente. Por um lado foi bom, porque deu para ver mais corpos bonitos e também pude conferir onde ficava a sauna. Sempre tive curiosidade, devido as muitas histórias que ouvia falar. Não sei se eram boatos mas...

Resolvi então dar uma conferida no recinto. Quando entrei, estava ainda quente. Eles abriam em determinado horário. Nunca dava para eu conferir de perto, porque quando chegava, já tinha terminado. Eles ligavam os aparelhos de aquecimento em determinado momento do dia, e quem quisesse usar, tinha que vir no horário marcado.

Nesse dia que fui visitá-la, mesmo estando sem gente, olhei-a de cima abaixo. Tinham bancos para as pessoas sentarem, o piso era antiderrapante. Não demorei muito porque já não estava funcionando e tinha receio que alguém me visse lá e pensasse sei lá o quê. 

O pouco tempo que passei lá, fiquei imaginando coisas. Homens másculos só de cueca, sunga ou sabe Deus, nu. Acho que os caras se enrolavam numa toalha. Tive um amigo que foi numa sauna com o tio e disse que os homens se enrolavam numa toalha. De qualquer maneira, devia ser um tesão total. Ver um monte de pernas e pezões. Saí de lá sem ninguém me ver.

Um certo dia, cheguei um pouco mais cedo e vi um carinha falando para um outro que iria tomar uma sauna e insistiu para ele ficar. O cara se mandou e ele foi sozinho. Devia ter mais gente lá. Quase morri de tanta curiosidade. Nessa época ainda era virgem. 

Tive muita vontade de entrar, mas como era magrinho, achei que iria forçar a barra. Ia parecer que estava matando cachorro a grito. Então contive meus hormônios e não fui. Podia ter pelo menos ido só olhar! Mas tudo bem!

Amanhã tem mais!

Beijos nos pés!



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Malhando na academia

Todos sabem dos benefícios de se fazer atividades físicas. A musculação é de importância fundamental para fortalecer músculos e ossos. Por isso, quando atingi a maioridade, resolvi fazer musculação.

Morava perto do centro, então escolhi uma academia perto de casa. Voltava do trabalho as seis e ia direto para a academia. Sempre passava em algum lugar para comprar um lanchinho. Saco vazio não para em pé.

Essa academia era dividida em blocos. Tinha a ala feminina que ficava no térreo, era tudo novo, para dar bom aspecto. A nossa ala ficava no subsolo. Os aparelhos eram mais antigos. Mas dava para praticar tudo o que queria.

No primeiro dia fiz um exame de rotina. Depois fui encaminhado para um professor. Ele era meio impaciente. Um coroa de barba e cavanhaque. Era bem bonitão. Tinha muitas tatuagens. Pena que era hétero! Eu acho! Fiz bastante atividade e depois ele me dispensou.

No outro dia estava quebrado. Só fui aparecer no dia seguinte. Sempre fazia as segundas, quartas e sextas. No segundo dia, entrei e fui direto para o vestiário. Eram dois. Um estava cheio, então fui para o mais vazio. Só tinha um carinha. Enquanto trocava de roupa, aproveitei para tomar o meu lanchinho que tinha comprado. Sentei um pouco em um banco e fiquei comendo. Quando menos esperei, tocou o celular do cara. Ele estava no banho. Resolveu vir atender, mas viu que tinha gente e se enrolou numa toalha. Reparei em suas pernas grossas, peludas e bem branquinhas. Tinha uns pés 42. A sola além de rosada, parecia ser bem macia.

A partir daí, tinha certeza que tinha sido a melhor coisa que tinha feito. Não só para meu corpo, mas como para minha mente. Amanhã conto mais!

Beijos nos pés!