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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Aula prática de Geologia

Como não gostava muito dessa matéria, deixei para fazê-la por último. Estudar pedras, rochas e etc. Não era comigo. 

Tive uma grande sorte de fazê-la como curso de férias. Apesar de ter sido todos os dias da semana, foi muito proveitoso.

O professor que lecionava era um coroa gato. Paciente, ensinava bem e tinha bastante disposição nas aulas práticas. Lembro de um passeio em que fomos para conhecer os tipos de rochas encontradas em uma determinada cidade perto da faculdade. 

Combinamos de manhã de nos encontrarmos numa praça bem no centro da cidade. Todos compareceram. Os colegas estavam bem à vontade. Muitas bermudas e chinelos. Nem precisa dizer como meu dia foi inesquecível!

Chegando ao local, andamos muito para fazer as pesquisas de campo. Era necessário entregar relatório. Alguns colegas levaram filmadora, gravador e máquina fotográfica. 

Eu levei só um caderno de notas e uma caneta. Nada que vimos me interessou. Apenas quando paramos para almoçar. 

Deu para ver muitas pernas e pés. Meu professor deu um tempo para nós podermos ir passear pela cachoeira.

Então fomos caminhando até lá. Alguns colegas trouxeram sunga e outros ficaram apenas de bermuda. Tinha um guri que era bem novinho e resolveu ficar de cueca, pois tinha esquecido a sunga. Tomamos banho e nos divertimos a beça. 



Quando chegou a hora de irmos, alguns colegas resolveram aprontar com o Julinho. Foram embora com todas as roupas dele. Quando saímos da água, começou a chover. Julinho procurou suas roupas e nada. 

Então alguém disse que alguém tinha levado. Tivemos que caminhar pela cidade até o ponto do ônibus da excursão na chuva. Por outro lado, tive o prazer de ver aquela bunda branca enquanto caminhava para o busão. 

Chegando lá, todos deram risadas porque estávamos encharcados e meu colega só de cueca molhada. Imagine um marmanjo de cueca branca molhada. No caminho, até pensei em tirar a camisa e dar para ele se cobrir. Mas achei melhor deixar todo mundo apreciar o que ele tinha de mais belo!

Foi um dia inesquecível! Entrei no ônibus todo molhado. Alguns colegas tiraram a roupa molhada e torceram lá mesmo. Estava com uma bermuda que o tecido secou logo. 

Quis tirar a camisa para torcer mas como sou muito magrinho, preferi ficar de camiseta. Chegamos de onde partimos e fomos tomar o ônibus para casa. 

Na parada, fiquei com um colega do Julinho que era muito gato. O cara era moreno de olhos verdes, corpo todo peludo. Calçava quarenta e tinha um pé bem vermelhinho. 

Teve uma hora enquanto estávamos sentado no banco, que ele tirou o pé do chinelo e dobrou a perna em minha direção e encostou de leve sua sola em meu joelho. Fiquei todo arrepiado. 

Ele perguntou por que estava arrepiado, então disse que minha camisa ainda estava molhada e o vento gelou ela. Não sei se ele acreditou muito nisso, mas foi o que pensei na hora. Só sei que o pé dele era uma delícia! Se eu não tivesse de tênis, tinha roçada a sola do meu pé no dele. 

Me deu um ímpeto de tirar o tênis e fazer isso, mas ia pegar muito mal. Tinha outras pessoas na parada. Então me contentei em ficar apenas com aquela esfregada de sola no joelho. No outro dia, fomos fazer a prova final. Não fui muito bem, mas deu para passar. Aquele curso de férias foi o mais prazeroso que havia tido!

Beijos nos pés!

domingo, 17 de julho de 2011

O beijo

Meu amigo do trabalho de Física tinha sumido por uns meses. Até que um belo dia, me ligou dizendo que apareceria na faculdade. Então resolvi comprar um presente a ele, fiz um cartão especial dizendo tudo o que sentia. Estava disposto a me abrir.

Quando o vi. Meu coração se encheu de alegria. Perguntei como ele estava, e ele disse que estava fazendo outro curso, em outra faculdade. Desejei boa sorte a ele. Quando já estava quase tirando o embrulho de dentro da mochila, apareceu uma moça. Era a namorada dele. Conversamos um pouco e fui para a aula de laboratório. Minha tristeza era visível de longe. Fiquei branco e pálido ao mesmo tempo.


Sentei no fundo da sala e não consegui me concentrar na aula da professora. No fim da aula, teve uma colega que veio perguntar se estava passando mal. Quase disse a ela que era “mal de amor”, mas sabia que ela iria espalhar aos quatro ventos. Disse que estava tudo bem e que estava com problemas no serviço. Aí fui almoçar.
Quando estava indo embora, encontrei novamente meu colega. Lembro que conversamos e de repente, novamente a namorada dele. Lembro que quando sentou entre nós, beijou meu amigo. Ele tascou um beijão em sua boca de olhos bem abertos.

Ficou só me encarando. Eu fiquei com vergonha e olhei para o outro lado. Pensei “esse beijo bem que poderia ser em mim”. Quando terminaram de se beijar, levantaram para ir embora. Então pedi para meu amigo me dar uma carona até fora do Campus.

Quando chegamos ao carro, ele tirou os sapatos e calçou os chinelos. Continuava com aqueles pés lindos! Disse que iria ser promovido e que iria trocar de carro. A garota ficou toda contente! Quando me deixou na parada de ônibus, agradeci! Enquanto seu carro sumia na multidão, tive a certeza de que nunca mais o veria. E foi isso que aconteceu. A única lembrança que tenho dele é um livro que ele me deu.

Beijos nos pés!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Trabalho de Física



Física é uma matéria complicada. As aulas de laboratório de Física eram ótimas. Mas quando chegava à hora de redigir os relatórios, que sofrimento. Foi uma das matérias mais difíceis. 


Lembro de um amigo que estava afim. Ele era do meu grupo. Nesse dia, após a aula, combinamos de nos encontrar no fim da tarde no laboratório de informática para finalizar o trabalho. Esperei o dia inteiro por esse momento. Nesse dia, meu amigo tinha ido só de bermuda e chinelo. Tinha pernas grossas e peludas. Pés grandes e macios.

No fim da tarde, nos encontramos no local e hora combinados. Meu colega ainda estava de bermuda e chinelo. Quando sentamos diante o computador para fazer o trabalho, ele sentiu um pouco minha apreensão. Teve uma hora que ele foi me mostrar algo que tinha feito de errado e segurou o mouse por cima de minha mão. Lembro que tirei, porque havia gente por perto. Os poucos segundos que senti suas mãos foram uma eternidade. Eram bem macias e quentinhas. Comecei a imaginar aquelas pernas peludas roçando nas minhas. Aqueles pés grandes e macios aos meus. Nem consegui prestar atenção no que ele falou. Lembro só que ele falou “entendeu?” e disse que sim. Não quis pedir para ele explicar de novo e então tive que me virar para terminar esse relatório. De qualquer maneira, aquela esfregada de mãos valeu à pena!


Na hora de ir embora, pediu para segurar o livro e disse que ia ao banheiro. Acho que foi uma deixa para mim. Mas me fiz de desentendido. Quando voltou, ofereceu-me carona. Não me fiz de rogado. Quando entramos no carro, comecei a reparar em suas coxas, pernas e pés. Ele percebeu. Acho que a gente tinha fogo em brasa. Tinha até medo. Quando já estávamos indo, apareceu uma colega pedindo carona. Ele, gentilmente cedeu. Quando ela desceu do carro, eu disse para ele que ela era meio cara de pau, pois o trajeto dela era oposto ao nosso. Mas tudo bem!

O trânsito estava meio complicado, hora do “rush”. Lembro que ele perguntou se tinha namorada, mas mudei de assunto. Fiquei muito nervoso. Tinha certeza que iria rolar algo, mas também tinha medo. Não tinha me envolvido sexualmente com homem nenhum e isso me amedrontava. Diante o medo e o transito que estava, pedi para ele não me deixar em casa. Disse que poderia deixar numa parada próxima. Me deixou perto de seu condomínio. Agradeci e ele foi embora. Como me arrependo de ter feito isso. Podia ter dado uma bela de uma esfregada naqueles pés! Dias depois meu amigo parou de ir para a faculdade. Disse que ia trancar por causa do serviço.

Beijos nos pés!

domingo, 26 de junho de 2011

Nos tempos da faculdade



Lembro com carinho do tempo da faculdade. O que eu mais gostava era a hora de trocar de sala que tinha que ir para outros blocos e passar por várias salas de alunos gostosinhos. Lembro do bloco de Engenharia que tinha um pitboy que sempre usava bermuda e chinelo. 

Tinha umas pernas grossas e peludas e uns pezões grandes, vermelhos e macios.

Na hora do almoço, às vezes ficava na fila atrás dele só para contemplar seus lindos pés. Ele me olhava com cara de comedor, mas não rolou nada.


Queria só os pés dele, e ele, com certeza, queria outras coisas. Foi no último ano da faculdade. Depois que me formei, nunca mais o vi. Uma vez estava no banheiro mijando, quando ele passou por mim e deu uma bela olhada pro meu traseiro.

Fiquei meio sem graça, mas foi muito bom me sentir desejado. Aliás, a melhor coisa do mundo é a gente se sentir desejado e amado. As aulas que assistia no campus de Medicina eram tudo de bom. Os alunos eram na maioria, mauricinhos, belos e formosos. 

Usavam muita bermuda e chinelo. Eram as aulas que mais gostava. Esbarrar nas pernas peludas dos colegas, sem querer querendo! Só não usava chinelo. Mas adorava vê-los em meus coleguinhas.

Na época que os calouros chegavam, era uma festa. 



Os meninos de Medicina desfilavam algemados e descalços pelo campus universitário com a barra das calças levantadas e sem camisa. Meus olhos brilhavam diante de tanto guri lindo.

O refeitório do campus de Medicina era o melhor de todos. Não tinha muita gente, mas em compensação, era uma tentação ficar ali.

As aulas no bloco de Educação Física. Sem comentários! Alunos desfilavam de sunga para as aulas de natação. Difícil manter a concentração.

Lembro que parei para almoçar num refeitório próximo as piscinas e era um desfile de bofes, com aqueles pés deliciosos. Às vezes almoçava lá só para ver os carinhas. Também tinha os caras que jogavam bola. Cada pernão!

O melhor de tudo! As festas! O pessoal agitava geral! Pena que foram poucas que eu participei. Poderia ter aproveitado mais. Lembro de uma em que meu professor gato de olhos azuis foi. Estava de bermuda e chinelo. Me aproximei dele só para ficar olhando aqueles pezinhos brancos e rosados. Passamos a noite conversando. Só não rolou um crima, porque o professor tinha medo de se envolver com aluno.

Bem que ele me olhava com tesão, mas ficou só no olhar. Uma vez ele me cumprimentou. Tinha uma mão bem macia. Ficava imaginando seus pés macios e quentinhos sobre os meus. Que delícia que deviam ser!

Beijos nos pés!