terça-feira, 15 de maio de 2012

Dia das mães

No sábado, depois que levantei e me arrumei, fui até a janela e avistei três carinhas. Estavam de bermuda e chinelo e subiam pela rua ao lado da minha. Tentei fotografar os caras, mas a visão não ficou boa, porque eu moro no 2º andar. Mas fiquei com um baita tesão. Deu até vontade de bater uma. Lembrei que fazia tempo que não batia uma. Deixei para o domingo.

Peguei o ônibus para o terminal. Estava lotado. Fiquei entre dois carinhas. Minha mão ficou imprensada entre os dois caras.

Às vezes eles roçavam nos meus dedos. Fiquei de pau duro só de sentir duas mãos encostando na minha. Estavam com as mãos bem macias. Preferia que tivesse sido uma esfregadas de pés. Os caras deviam ter pés bem macios!


Quando cheguei no terminal, o trem já estava saindo. Não deu para eu ir no primeiro vagão como sempre vou. Então entrei no mais próximo, porque as portas estavam fechando.

Fiquei escutando minhas músicas e, então, reparei num carinha que estava de bermuda. Tinha as pernas grossas e peludas. Não parecia ser muito alto. Era um morenaço lindo! Também tinha umas mãos bonitas.


O vagão estava vazio e deu para eu ir sentado. Queria ter estado no banco em frente ao dele para poder fotografar aquelas pernas. Às vezes ele cruzava e a visão era magnífica!

Chegamos em Francisco Morato. Então aproveitei enquanto esperávamos o trem para São Paulo para tirar uma foto do carinha de pernas peludas. O cara era baixinho, mas era um tesão de lindo. Cara de macho pegador. De quebra, saiu uma perna de um amigo dele.

Depois que fotografei o cara, me dirigi em direção ao vagão da frente, onde fica o maquinista. Consegui ir sentado, pois o trem estava vazio.


Depois de umas estações, entrou dois carinhas. Um era branquinho e o outro moreno. Os dois tinham pernas peludas. Foram a viagem toda com as pernas encostadas um no outro. Às vezes eles mexiam e dava para ver a roçada que davam entre si. Acho que não é só eu que gosto de uma roçada de pernas.

Vocês gostam de uma roçada de pernas peludas? Gostaria de saber o que vocês pensam sobre isso. Deixem uma mensagem. Vou adorar saber o que passa pela cabeça de vocês.

Foi um tesão ver aqueles dois carinhas roçando as pernas a viagem inteira. Queria me concentrar em outra coisa, mas aquelas pernas me deixaram zonzo.

A viagem foi tranquila até a Barra Funda. Decidi que iria dar um role pelo Centro. Desci na Sé e logo que sai da estação do metrô, fotografei um gordinho de pernas brancas, grossas e peludas. O cara usava piercing e alargador na orelha. Aparentava uns vinte e cinco anos. O cara era um tesão!


Andei pela 25 de março em busca do meu tênis preto. Achei o tênis, mas tinha detalhe colorido. Então não comprei. Deixei de fotografar muitas pernas, pois estava uma muvuca. Às vezes andava pelo meio da rua para poder circular melhor.

Fotografei um carinha com pernas bonitas. Não tinha muitos pelos mas tinha um pezão bonito. Na foto não saiu os pés direito, mas a sola era uma delícia!


Visitei uma loja com coisas de time de futebol. Queria um chaveiro do meu time, mas não tinha.

Depois de muito andar, resolvi ir na Galeria do Rock. Quase fotografei um carinha lindo, mas quando ele virou, avistei umas unhas bem grandes. Parecia o lobo mau. Então desisti de fotografar.


Tinha muitas pernas bonitas, mas estavam todos de tênis. Passei numa loja que tinha uma coletânea do System of a Down. Não comprei porque estavam fechando. Adoro as lojas de lá porque tem tudo relacionado ao Rock. Pena que os preços são bem salgados.

Depois passei na Galeria Olido e tinha uma banda de Rock fazendo uma performance da hora. Muitas músicas boas. Pena que tive que ir embora.


A volta foi tranquila. Fui em pé. Avistei um carinha gordinho cochilando que era muito lindinho. Estava todo de preto. O tênis dele era do jeito que eu queria. Não consegui ver a marca. Só sei que quando chegou em Francisco Morato, ele ficou do meu lado em pé, diante a porta. Aproveitei e medi os pés dele. Calçava 42. Era um pouco maior que os meus. Devia ser bem gordinho e macio. O cara tinha um pernão grosso. Devia ser bem peludo, pois seus antebraços tinham bastante pelos. A boca era carnuda e bem vermelhinha. Me deu até vontade de dar uma beijoca naquele bocão!


Desceu na minha cidade. Não sei que ônibus pegou!

Peguei o busão, mas dessa vez não teve nenhum carinha de bermuda ou chinelo. Estava frio e tarde. O pessoal estava bem agasalhado.

No domingo almocei com minha mãe e avô.

Assisti o filme Os Vingadores. Muito macho por metro quadrado. O Homem de Ferro fez um monte de piadas. O pessoal ria adoidado. Pensei que estivesse vendo uma comédia. De qualquer maneira o filme valeu a pena!

Beijos nos pés!


domingo, 13 de maio de 2012

Elvis Presley (2ª Parte)

O principal problema de Elvis era com remédios. Começou a usar estimulantes para suportar os exercícios táticos no rigoroso inverno alemão. Depois que voltou aos EUA.

Elvis começou a tomar pílulas para conseguir dormir. Com o tempo, conforme o organismo de Elvis ia ficando imune a esses remédios, as dosagens foram se tornando maiores. Isso se transformou numa verdadeira roleta russa química, porque os riscos de se aumentar as dosagens eram enormes.


Depois, nos anos 70, Elvis começou a ter sérios problemas de saúde e aí o número de remédios receitados aumentou, ao ponto de Elvis não conseguir mais controlar os coquetéis de "drugs" a que era exposto. Sempre surgia um novo problema e assim Elvis de repente se viu tomando uma grande quantidade de substâncias diferentes a cada dia.


Elvis sofria de insônia aguda e por isso tinha muita dificuldade em dormir. Para conseguir adormecer Elvis tomava pílulas, mas às vezes, quando estava muito estressado ou deprimido, ele não conseguia dormir de jeito nenhum, nem mesmo medicado, e passava dias em claro. Claro que isso foi um dos fatores que acabaram com a sua saúde.


Elvis vinha de uma família com histórico de problemas cardíacos (seu pai e sua mãe morreram do coração), some-se a isso o fato de Elvis levar uma vida nada saudável, pois ele era sedentário, tinha péssimos hábitos alimentares, estava muito acima do peso, tinha pressão alta e levava uma vida altamente estressante. Não é algo incomum um homem de mais de 40 anos, com peso acima do normal, sofrer um ataque cardíaco e morrer, principalmente nos EUA, onde esta é uma das causas que mais matam naquele país, e no mundo.

Ele foi diagnosticado com um dos mais ofensivos tipos de câncer: o ósseo. Tudo foi escondido para não chocar seus fãs. Em decorrência disso, Elvis tomava uma grande quantidade de remédios fortes, o que aumentava muito seu peso e o deixava inchado. Enquanto muitos associam sua aparência final com abuso de drogas, a mais pura verdade era a de que Elvis estava lutando por sua própria vida.


Esta fato também justifica algumas atitudes de Elvis no palco. No final de sua vida, Elvis frequentemente esquecia as letras das músicas, contava piadas sem graça e ficava um pouco perdido durante os shows. Alguns dos remédios que tomava atingiam sua coordenação motora, criavam confusão mental e dificultavam seu senso de direção.


A causa oficial foi a de que Elvis sofreu um ataque do coração no dia 16 de agosto de 1977.


Os objetos mais pessoais de Elvis, sua Bíblia, seus livros preferidos, algumas de suas roupas e documentos simplesmente desapareceram de Graceland após sua morte.


Fonte: ALUÍSIO, Pablo. Elvis, verdades e mentiras.

Beijos nos pés!

sábado, 12 de maio de 2012

Elvis Presley (1ª Parte)

Elvis era loiro de olhos azuis. Tinha 1.74m de altura, calçava 40 e durante grande parte de sua vida pesou 76 Kg. Durante sua juventude, de tanto usar brilhantina, a tonalidade natural de seu cabelo foi escurecendo.

Elvis gostou da nova cor e aos 17 anos resolveu pintar seu cabelo de preto de uma vez. Já famoso começou a usar lentes de contato para mudar a cor de seus olhos. Às vezes usava lentes verdes, mas gostava mesmo das lentes que mudavam a cor de seus olhos para castanho.


Elvis tomava de dois a três banhos por dia e dava muita importância à sua higiene pessoal.


Lia livros médicos apenas por diversão.


Elvis foi um dos maiores gastadores de todos os tempos. Elvis dizia que não iria levar sua fortuna com ele ao morrer, e que queria partilhar tudo o que conseguira com as pessoas que amava. Era extremamente generoso, inclusive com desconhecidos.


As áreas de interesse erótico para Elvis eram o bumbum e as coxas. E tinha um fetiche especial. Elvis gostava que as garotas, no momento em que tirassem a roupa, estivessem usando calcinhas brancas. No mais, gostava de mulheres bem produzidas, que soubessem se vestir, se maquiar com elegância e que tivessem uma boa postura.


A garota ideal para Elvis tinha que ter o cabelo escuro, olhos azuis ou claros, 1.60 a 1.65m de altura, educada, bem vestida e um pouco retraída. Garotas tímidas eram especialmente atraentes para Elvis. Três coisa eram imperdoáveis em uma mulher para Elvis: beber, fumar ou falar palavrão. Elvis também insistia que todas as garotas que saíssem com ele estivessem limpas. Tinham que tomar banho antes de ir para a cama.


Elvis era um patriota. Quando estava servindo o exército americano, Elvis deixava de acompanhar seus amigos de farda, que preferiam ir beber ou jogar sinuca, para ir ao cinema local. De todos os tipos de entretenimento, o cinema era o seu preferido.


Outra diversão preferida era andar de patins durante o inverno.


Seu empresário, o coronel Parker, era um imigrante ilegal e caso tivesse que deixar o país seria simplesmente preso! Por isso, Elvis queria conhecer outros públicos e países, mas sempre era barrado pelo desonesto empresário.


Nunca gostou de ser chamado de "Elvis, the Pelvis", "The Hillibilly Cat" e nem muito menos gostava do título de "Rei do Rock". Sobre esse último, aliás, Elvis teria afirmado em uma revista americana que "O único rei que reconheço é Jesus Cristo". Mas embora não gostasse de seus apelidos, Elvis gostava de apelidar os outros.


Ele não só sentia a presença de seu irmão morto Jesse Garon, como também conversava com ele às vezes.


A "Máfia de Memphis" era o apelido que Elvis dava para a sua turma de amigos, muitos deles de infância. Geralmente eram 10 ou 12 caras que acompanhavam Elvis para todos os lugares, na maioria das vezes funcionando como guarda costas.


Amanhã continuo falando sobre os remédios e o fim de sua vida.


Fonte: ALUÍSIO, Pablo. Elvis, verdades e mentiras.

Beijos nos pés!