segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Nova Praça Roosevelt


Acordei no sábado, e apesar do frio, o dia estava lindo! Me arrumei e me mandei para sampa para ver a Praça Roosevelt. Tomei busão, trem e metrô, como de costume. Chegando na Sé, fui ver se tinha alguma exposição no Banco do Brasil. Como não tinha interesse na exposição, me mandei para o cinema. Fazia dias que estava a fim de assistir um filme de terror.


Comprei coisas para comer e entrei no Cine Marabá. Adoro esse cinema porque ia desde pequeno.


Resolvi assistir um filme bem aterrorizante chamado A Entidade.


O filme mostra trechos de vídeos que ajudam um romancista (Ethan Hawke) a desvendar como e por que uma família foi assassinada em sua nova casa, mas as descobertas colocam em perigo sua família.


Fazia tempo que não via um filme de terror tão bom. Levei alguns sustos no decorrer do filme. A única coisa de ruim é que o filme era dublado. Mas o enredo e o ator fez valer a pena. Aconselho a todos os amantes de terror a assistirem esse filme.


Depois do filme, fui conhecer a nova Praça Roosevelt. Antes passei na Igreja da Nossa Senhora da Consolação. Estava no fim da missa. Tinha um rapaz cantando com um outro tocando violão. Na época que morei lá e assistia as missas, não tinha nada disso. Gostei muito!


Quando acabou, dei um rolê por dentro para ver a capela e outros santuários novos. Colocaram um velório ecológico. Lembrei muito da minha tia que morou lá.


Depois de redimir meus pecados, fui até a Praça Roosevelt que estava lotada. Muitas pernas peludas, mas nenhum pezinho. Acho que foi porque estava muito frio.


Tinha casal de namorados, turminhas de adolescentes, muitos meninos com seus skates, adultos passeando com os cachorros. Tinha um espaço para a cachorrada fazer a festa. Pena que ficou tanto tempo abandonada. Espero que mais praças sejam reformadas, porque ficou um point da hora.


Depois de um tempo, me mandei para a Galeria Olido. Fui assistir as bandas de Rock.


A primeira banda a tocar foi a Marcenaria. O vocalista era um ruivinho barbudo bem bonitinho. A galera delirou.


Depois tocou a banda Betty 57. Essa banda eu curti mais o som. O baterista era um ursinho. Gordinho e peludo. Tocou pra caramba.


Depois tocou a banda X So Pretty que arrasou. Foi a melhor banda de todas. As minas cantaram e tocaram muito. Gostei do tecladista que era um nerd meio gordinho e tinha um pezão. Achei ele bem lindinho. Minha noite foi das melhores!


Depois que o show acabou, me mandei para a minha maratona. Metrô, trem e busão. Voltei para casa e ainda assisti um pouco de MTV. Depois fui dormir no frio de 15 º C.


Beijos nos pés!

sábado, 13 de outubro de 2012

James Van Der Beek

James William Van Der Beek Jr. nasceu em 8 de março de 1977 em Cheshire (Connecticut, EUA).
Esse ator americano de 1,83 m de altura é casado com Heather McComb desde 2003 até os dias de hoje.

Ficou famoso por interpretar Dawson Leery, o protagonista da série Dawson’s Creek.


O talento e a dedicação de James Van Der Beek vieram à tona prematuramente. Uma pequena lesão aos 13 anos de idade o excluiu da carreira de jogador de futebol na escola e, assim, Van Der beek se viu fazendo o papel principal de Grease – Nos Tempos da Brilhantina no teatro infantil de sua cidade. A partir daí, apaixonou-se pelo teatro e passou a atuar em peças locais.


Aos 16 anos, a mãe dele, notando seu grande interesse pela atuação cênica, ofereceu-lhe ajuda em suas aspirações, levando-o diariamente para Nova York para fazer testes. Apesar de terem conseguido um empresário na primeira viagem, Van Der Beek passou um ano fazendo testes para comerciais sem obter muito sucesso.


Mas aos 17 ele foi contratado para atuar na peça Finding the Sun, escrita e dirigida por Edward Albee.
Fazendo longas jornadas para comparecer aos ensaios e apresentações em Nova York, ao mesmo tempo em que frequentava a escola, Van Der Beek acredita que essa peça foi a experiência que precisava como ator e, ainda assim, conseguiu concluir o ano letivo como segundo da classe.


Após essa estreia no teatro, atuou em Shenandoah, na Goodspeed Opera House. Sua primeira aparição nas telas foi em 1995 com o filme Angus – O Comilão, interpretando um vigarista arrogante. Van Der Beek também estrelou Bem-Me-Quer, Mal-Me-Quer, filme com Claire Danes.


Sempre um excelente aluno, Van Der Beek recebeu uma bolsa de estudos na Universidade Drew em Madison, New Jersey, onde tirou as notas mais altas em Inglês e Sociologia. Atuou em Marcação Cerrada, ao lado de Jon Voight, em que interpretava um jogador de futebol rebelde de uma escola do interior, e Texas Rangers, sobre o primeiro grupo organizado de combate ao crime do Velho Oeste.

Como Dawson, fez uma pequena participação na sátira de terror Todo Mundo em Pânico. Ele também esteve no polêmico filme As Regras da Atração, onde viveu um personagem totalmente oposto ao que lhe deu fama em Dawson’s Creek.


Van Der Beek viveu numa cidadezinha da Nova Inglaterra e passava as férias em Cape Cod, onde se passou o programa Dawson’s Creek. Também teve uma família amorosa.


Certa vez subiu no telhado de um prédio com uma garota para olhar as estrelas. Apesar do frio e do chão gelado, a vista era maravilhosa.


Depois do sucesso, deixou de fazer compras em sua loja predileta chamada Banana Republic. Também tem dificuldade em andar pelo shopping sem ser assediado.


Acredita que os mistérios do Universo e todas as respostas para as perguntas da vida podem ser encontradas em um filme de Spielberg, no qual tem grande admiração.

Considera seu personagem Dawson como sendo um cineasta em potencial, cuja imaginação e idealismo exacerbado às vezes o deixam alienado. E que está sempre pronto para rejeitar a realidade em nome de um cenário mais romântico.

Acha ele um pouco ingênuo e que está sempre ausente, absorto em seu mundo, algo muito parecido com o que o ator sente na vida real.


Comeu muita poeira para interpretar seu primeiro filme de época chamado Texas Rangers.
Passava nove meses por ano gravando o seriado Dawson’s Creek.


Gosta que a mulher seja honesta, para poder conversarem bastante.
Quase trocou a carreira de ator pela faculdade, por causa das dificuldades que teve no inicio da carreira.
Fonte: Wikipédia.
Beijos nos pés!





terça-feira, 2 de outubro de 2012

José Loreto

Mostrando certa timidez, o ator anda vivenciando o assédio que ganhou força por causa do sucesso de Avenida Brasil, sua estreia em uma novela das nove.

Mora sozinho em um condomínio na Barra da Tijuca, onde tem atraído um grande números de fãs por onde passa. 

Recebe elogios e comentários por onde anda, tanto sendo na farmácia como em shoppings.

Disse ter se entregado 400% para conseguir entrar no elenco. 

Além de passar duas semanas no Saara (área de comércio popular a céu aberto no Rio) para ganhar fôlego para o teste, chegou a fazer bico de vendedor para pegar os bordões dos locutores de rua. Frequentou bailes na Gafieira Estudantina. No início só fazia a dança do ombrinho e agora está quase no nível avançado.

A disciplina e a concentração que o ajudam na rotina, vêm do judô, que pratica desde os 5 anos. Faixa preta, acredita que o esporte o deixou mais desinibido nas cenas em que precisa aparecer nu. Já teve que passar pelado na frente de várias pessoas e não se importa de gravar cenas de sexo com a equipe olhando.

Namora a dois anos uma arquiteta carioca, e conta que não se imagina sozinho.
Gosta da intimidade que um relacionamento pode proporcionar, porque as pessoas se conhecendo, fica mais fácil para fazer o que quer ou não fazer nada quando não está a fim. Mas acredita que para manter a paixão, o sexo seja fundamental.

Também acredita que as pessoas solteiras podem até ser um pouco pudicas por não saber lidar com um corpo desconhecido e às vezes não sabem aonde ir na hora da transa. Adora calcinhas pretas ou vermelhas, pois acredita que seja a base da vestimenta feminina.

Filho de médico e professora, nasceu em Niterói e se  formou em teatro pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e em cinema pela Estácio de Sá.  

Demorou para convencer seus pais a aceitarem a carreira artística visto eles não serem do ramo artístico.

Cursou economia e viajou para Hollywood onde percebeu que queria mesmo era ser ator. Chantageou seus pais, dizendo que só voltaria ao Brasil se fizesse curso de teatro.

Seu primeiro teste para a TV foi em 2005, onde participou do elenco de Malhação. Ficou lá durante dois anos. Participou de alguns seriados, novelas e viajou o país com a peça Garotos, de Leandro Goulart.


Enquanto apaga as três tatuagens falsas que usa para o personagem, Zé revela um lado doce, quase incompatível com seu porte grande de 1,84 m de altura.

Fala com admiração dos ídolos com quem contracena, como o ator Marcos Caruso. 
Por sua vez, Caruso elogia sua determinação, o estudo e a pesquisa que fez para compor o seu personagem.

Também admira a curiosidade, a inteligência e a disponibilidade que o ator possui. Além do carisma que ele teve a sorte de ter.

Beijos nos pés!