sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Casa de vidro

Acordei de manhã com uma vontade ve ver o pezão do Marcello Soares na Casa de Vidro. Tomei banho, me arrumei e tomei o busão para a minha maratona de ônibus, trem e metrô.

Um dos poucos programas que assisto na Rede Globo é o BBB. Esse ano o programa começou com uma surpresa que se chama Casa de Vidro. No dia da estreia, fiquei logo gamado no pezão do Marcello. Reparei na esfregada de pés que ele deu numa outra participante. No outro dia, apareceram eles novamente de pés colados. Não sei se ele gosta de pés, mas tem um baita pezão bonito!

Como a Casa de Vidro vai até sexta, decidi ir na quinta até o Shopping Santana dar uma conferida no pezão do Marcello e dos outros carinhas.

Enquanto estava no banco do ônibus, um mosquito me ferrou. Acho que ele sentiu meu cheiro vegetariano, ainda mais que tinha passado um creme de Camomila. Não teve jeito. O bicho gamou em mim. Quando senti a ferroada, assoprei para ele ir, mas ele ficou com o ferrão grudado na minha pele. 


Encostei a aba do guarda-chuva nele, e até que ele desgrudou de mim. Mas o ferrão ficou. Tive que tirar com todo o cuidado para não ficar pedaço dentro de mim. Doeu muito aquela ferroada, porque tenho alergia a insetos. Uma simples formiga faz um estrago.

Em poucos segundos, começou a inchar. Deu para ver o veneno consumindo cada parte da minha pele. Até as veias perto da picada ficaram inchadas. Me preparei para o pior. Uma vez quase tive edema de glote. Desci no terminal central e fui almoçar no Bom Prato. A comida estava ótima, apesar da fila imensa e da chuva torrencial.

Tomei outro busão para o terminal de trem. Fui lendo e ouvindo música a viagem toda. Mas fiquei o tempo todo incomodado pela ferroada que doía muito.

Quando cheguei em Santana, fui na minha antiga escola que tinha estudado quando era criança. Fiquei triste porque não existia mais. O prédio foi vendido para uma clínica médica. 

Então comecei a vagar por ruas próximas a procura de uma padaria onde jogava vídeo game. Fugia para lá durante as aulas de educação física.

Olhava para os transeuntes e para as pessoas de dentro das lojas para ver se reconhecia alguém da minha época. Mas não encontrei com ninguém.

Depois fui até o mercado que costumava ir e me mandei para o Shopping Santana. 

Chegando lá, não havia nenhuma Casa de Vidro. Falei com um cara que disse que era no shopping do Rio de Janeiro. Mas fiquei com a pulga atrás da orelha, porque tinha certeza que o Bial havia falado São Paulo.

Me conformei e fui andar mais um pouco pelas ruas de Santana. Subi a Voluntários da Pátria e passei em frente ao prédio de um amigo. Vi uma placa de consultório médico. Mas como o nome era diferente do dele, imaginei que não morasse mais lá.

Pensei em tocar o interfone, mas não lembrava o número do apartamento dele. Então fiquei parado em frente ao prédio por uns minutos, para ver se aparecia alguém que conhecesse. Mas não apareceu. Então continuei subindo a avenida e fui até a escola daquele loirinho que tomava ônibus comigo.

Depois andei mais um pouco pelas redondezas e lembrei que tinha o hábito de ficar somente com a camiseta da escola, mesmo no frio, porque não gostava de usar o moletom. Aguentava até 19ºC.

Por coincidência, hoje estava 19ºC e chovia muito. Olhei para o céu e parecia que tinha voltado no tempo. Me senti criança novamente. Foi uma sensação muito agradável.

Apesar da ferroada do inseto e de não ter visto o pezão do Marcello, meu dia foi muito bom!

Tomei o metrô e depois o trem lotado. Fui em pé num canto da porta e um carinha estava abaixado perto de mim. De vez em quando ele roçava seu joelho peludo em minhas pernas.

Enquanto lia e escutava música, relembrava muitos momentos felizes que tive naquele bairro.

Quando fui escrever esse post, descobri que a Casa de Vidro fica em São Paulo mesmo, só que no Santana Parque Shopping. Fica próximo de onde morei. Mas iria ter que tomar outro busão se quisesse ir lá.

Pena que não deu certo. Mas vou torcer para o gato do Marcello entrar na casa, pois quero muito ver o pezão dele desfilando pela casa do BBB.

Beijos nos pés!


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz Ano Novo!


Obrigado a todos que tem acompanhado as minhas peregrinações semanais e desejo um ótimo 2013 para vocês!

Beijos nos pés!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!


A canseira de fim de ano me deixou baqueado. No sábado levantei depois das nove da manhã. Decidi ir para Sampa, mas não sabia para onde ia. Depois de tomar banho, comer e me arrumar, me mandei para a parada.

O verão chegou e novamente muitas pernas peludas de fora. Tomei o busão e fui em pé. Quando entrei, avistei logo na catraca, dois carinhas sentados junto do trocador. Um usava bermuda e chinelo e o outro bermuda e tênis.

Quando desci para pegar o outro ônibus para a estação de trem, percebi como eram gostosinhos os carinhas. Fui em pé novamente, mas percebi que eles conseguiram ir sentados. Fui em pé perto da janela, tomando vento na cara. 

O dia estava muito quente. Quase desisti de ir. Ainda bem que quando chegou na estação do trem, o tempo virou e começou a chover. Quanto mais me aproximava de Sampa, mais chovia.

A viagem foi demorada e o trem estava cheio. Fui lendo uma revista e escutando uma musiquinha de rock paulera.

Depois que cheguei na Barra Funda, decidi ir no West Plaza. Passei na livraria e comprei uma revista e a primeira temporada do “Força Tarefa” onde tem o gato do Murilo Benício. Decidi que vou assistir os filmes e seriados pela internet, mas como esse estava em promoção, resolvi comprar. Quero ter em casa para sempre! Já que não posso ter o pezão do Murilo mesmo!

Depois andei por lojas de sapatos para comprar um sapato novo para mim, porque estou precisando. Mas não encontrei. Achei um do meu gosto em minha cidade e vou comprar lá mesmo. A marca é difícil de encontrar.

Visitei lojas de roupas para comprar alguma coisa, mas não gostei de nada. Quem sabe depois do fim de ano, não aparece alguma coisa em liquidação que me agrade.

Me mandei para o Shopping Bourbon. Passei no mercado e comprei umas coisinhas. Depois fui para o cinema. Quando cheguei lá, não tinha nenhum filme de terror. Todos os filmes do meu interesse eu já tinha assistido.

Então me mandei para a Livraria Cultura. Vi muitas pernas e pés bonitos. Queria ter fotografado alguns, mas não deu. Tinha bastante gente e às vezes chegava a esbarrar nas pessoas nos corredores dos livros. Dei uma conferida nos filmes e seriados. E olhei alguns CDs novos de punk e heavy metal. Não comprei nada.

Fui em algumas lojas em busca do meu sapato, mas nada de encontrar o que eu queria. Sou chato para comprar sapato. Roupa eu até uso dos outros, mas sapato tenho muita dificuldade de encontrar do meu gosto.

Depois de muito bater perna, me mandei para a Barra Funda. Tomei o trem lotado. Não deu nem para olhar as pernas dos caras porque o vagão estava cheio de gente.

Quando cheguei em minha cidade, tomei o busão para minha casa. Fui do lado de um coroa de bermuda, mas não deu para esfregar minhas pernas na dele. Não estava muito afim, então não fiz nenhum esforço para relar nele.

Chegando no terminal do bairro, tomei outro busão. Fiquei no fundo do lado de um carinha de perna grossa e peluda. Mas avistei um lugar na frente, e, então, resolvi ir sentado. Estava cansado de tanto andar.

Quando desci na parada da minha casa, olhei para o fundo e o carinha de pernas peludas estava me olhando. 




Um baita pernão ele tinha!

Vou sonhar com os pés do Papai Noel.




Feliz Natal!

Beijos nos pés!