segunda-feira, 22 de julho de 2013

Dia Mundial do Rock


Apesar de ter ficado assistindo MTV até duas da manhã, acordei cedo. Mas levantei somente às nove da manhã. 




Tomei banho, comi e depois fiz minha maratona para São Paulo. Estava muito ansioso por causa do filme do Superman. Fui lendo o livro Um Homem de Sorte e escutando músicas de rock. 

Consegui um assento no trem, mas depois cedi para uma mãe com sua filha.

Cheguei na Barra Funda e tomei o metrô para o Tatuapé. Cheguei em cima da hora e fui comprar água. Depois fui para a fila do cinema que estava imensa. 

Quando entrei, já estava passando trailer dos outros filmes. O filme foi tão esperado por muita gente, que tinha um casal com criança pequena na sessão. Apesar de uns dois aninhos, o menino nem deu trabalho.

Sinopse do filme: Um jovem descobre que tem poderes extraordinários e que não é do planeta Terra. Então, ele viaja para descobrir suas origens e o que veio fazer aqui. 

Mas o herói que tem dentro de si deve se mostrar para que ele salve o mundo da aniquilação e torne-se o símbolo da esperança para toda a humanidade.

Adoro o Superman desde pequeno. Tinha até um lençol dele. Chorei várias vezes no filme. Em alguns momentos, várias pessoas choraram. Só ouvia o nariz fungando. 

Eu chorei mesmo. Foi difícil ver o Clark Kent sofrer bullying e não poder fazer nada. Esse herói está no meu coração, juntamente com o Spiderman.

O Henry Cavill está fenomenal. Honrou a camisa do Superman direitinho. O corpo do cara é de babar. Ficou tão gato como o Batman, que também está no meu coração.

Depois de me deleitar com o Superman, corri para a Galeria Olido que ia ter a Vitrine do RockA primeira banda chamada The Soundtrackers começou com o Rei do Rock

Um musicão do Elvis Presley. Os integrantes eram bem fofinhos em todos os sentidos. Fiquei apaixonado por eles. Espero ir em outro show deles.

A segunda banda foi Giallos. O pessoal começou a sair. Achei muita falta de respeito. Tocaram muitas músicas em português. Depois veio as meninas do Punkake. No fim de cada música, o pessoal aplaudia. Tocaram só musicão.

Quando o show acabou, saí correndo para pegar o metrô e depois o trem. O trem demorou e veio lotado. Mas fui lendo em pé mesmo. 

Acabei de ler o livro do Nicholas Sparks. Pena que teve umas páginas que vieram faltando. Vou tentar trocar ou comprar outro. Ou então vou ler as páginas que estão faltando.

Quando cheguei em minha cidade, estava um frio danado. Coloquei uma jaqueta e tomei o busão lotado. Fui em pé escutando música e pensando no argentino peludo.




Cheguei em casa, tomei banho, comi e fui assistir MTV, especial Dia Mundial do RockDepois fui dormir.

Beijos nos pés!

domingo, 21 de julho de 2013

Rio 2013 – Hóspedes


Vou contar aqui algumas coisas sobre os hóspedes com quem convivi por quase uma semana. Vou começar o post descrevendo os argentinos.

Argentino magrinho: Reparei que o argentino era moreno claro e tinha lindos olhos azuis. Seus cabelos eram lisos, e o corte de cabelo era moicano. No fim do corte, havia um dread. O cara era bem magrinho. 

Tinha pernas finas, mas os pelos eram bem dourados. Os pés, apesar de magros, eram bem bonitinhos. As unhas eram curtas e limpas e o cara calçava uns 42. 


Usava uma tornozeleira na perna direita. Mesmo usando o chapéu de palha que a dinamarquesa deixou, o cara ficava lindo.




Argentino peludo: O outro argentino fazia o meu tipo. Também era moreno, um pouco mais bronzeado e tinha olhos bem castanhos. 

Era meio gordinho e tinha o corpo cheio de pelos. As pernas não eram tão grossas, mas seus pelos castanhos escuros eram bem bonitos. Reparei que usava um chinelo tipo Clocks e que tinha um baita pezão. Avistei que o cara calçava 44 de longe. 

No outro dia me aproximei do chinelo dele e pude conferir a medida. Também tinha o cabelo tipo moicano, mas não usava dread. A barba estava por fazer, e dava mais masculinidade ao gajo.

Alemão: O cara era uma simpatia. Na noite que o conheci, estava do lado de fora. Não quis acender a luz porque tinha uma moça dormindo. Falava um pouco de português, e no dia que foi embora, conversamos um pouco sobre várias coisas. 

Tinha os olhos bem azuis, e uns pés bem largos. Apesar das unhas dos dedos não serem muito bonitas, as solas eram incrivelmente rosadas e pareciam bem macias. Devia ter uns 40 anos.

Garota tatuada: Ouvi uma conversa dela com outra hóspede sobre o tamanho do pênis do alemão que era pequeno. 

Parece que ele estava sem cueca. Enquanto ela reparava no tamanho dos pênis dos hóspedes, eu reparava no tamanho dos pés.

Francês: O coroa nasceu em algum lugar da França, mas veio pequeno para o Brasil. Tinha um corpo bem musculoso e seus pés não eram grandes. Mas eram bem cuidados. Pena que era muito cricri. Tentei puxar conversa com ele sobre vários assuntos, mas o cara sempre era do contra.

Negro americano: Na noite em que saí para comprar sorvete com as meninas, puxei conversa com ele, mas depois é que eu vi que ele estava no telefone. Quando voltei ele já tinha ido dormir. Nunca vou esquecer ele cantando jazz & blues.

Catarinense: Apesar de magrinho, tinha as pernas peludas. Calçava uns 42 e seus pés eram bem branquinhos. A sola era bem rosada. Mudou para o Rio de Janeiro para tentar uma vida nova.




Churrasqueiro: Tinha um carinha que vendia churrasquinho na esquina. Parece que ele morava lá. 

Certa noite fui comer alguma coisa no balcão, e o cara estava só de bermuda e sem camisa em cima do sofá. Tinha a pele morena e era meio gordinho. Mas não tinha pelos pelo corpo. Os pés deviam ser 40 e não eram tão bonitos. Fui dormir e dei apenas boa noite!

Coroa de Sampa: Teve um coroa que passou apenas uma noite. Quando ele foi dormir, sentou e tirou a bermuda. Depois colocou as calças.

Olhos de Husky: Tinha outro carinha de Sampa que tinha olhos de Husky Siberiano. Era gordinho, cabelos cacheados, mas não tinha pés muito bonitos. Apesar dos pés pequenos, a sola parecia ser bem macia. 

Teve outros moradores, mas que não tive muito contato. Alguns só via quando entravam ou quando saiam.

De certo modo, adorei ter convivido com pessoas tão diferentes de costumes, hábitos e principalmente idiomas. Na sala onde ficava a recepção, às vezes se ouvia três ou quatro idiomas diferentes.

Algumas pessoas que conheço tem preconceito com Hostel, mas onde mais poderia conhecer pessoas tão incríveis assim. Passar a noite com estrangeiros de todos os continentes. Ouvir dialetos e expressões tão diferenciados.


Eu aconselho a todos que passem por essa experiência que é muito boa! É só escolher um Hostel de confiança que tudo vai dar certo!


Beijos nos pés!


sábado, 20 de julho de 2013

Rio 2013 – Volta pra casa


Logo depois que a recepcionista ligou o ar, resolvi levantar. Quando fiquei de pé, reparei que o argentino peludo estava só de cueca. 

Estava de bruços e gemia um pouco. Passei os olhos ligeiramente em suas pernas peludas e em seus lindos pés 44. A sola apesar de meio sujinha, parecia bem macia. Tinha uma linda tatuagem no tornozelo. O argentino magrinho usava uma fita preta em volta do tornozelo e ele tinha uma tatuagem.

O francês jurou que eles eram um casal. As meninas até chegaram a perguntar se eram namorados. Só sei que eles eram uma graça de simpatia. De todos os hóspedes, eles foram os que mais conversavam com os brasileiros e até mesmo comigo.

Tomei banho e me arrumei. Como já tinha arrumado a mala no dia anterior, fui apenas colocar o resto das coisas na mochila.

Desci para tomar o breakfast e a gatinha Marie veio até mim. Mas eu não tinha mais salgadinho para dar a ela. 

Depois subi para escovar os dentes e desci com a mala. O argentino gordinho dormia como um anjo. Como o ar tinha esfriado o quarto, ele já estava com o lençol. 

Não deu para ver os pés dele pela última vez. Mas com certeza vai ficar na minha memória.

Desci e me despedi de um casal de São Paulo. Passei meus contatos para eles. Me despedi de todos. Acenei para o argentino que retribuiu de volta. Acenei para o casal de americanos. 

O Pequeno Príncipe estava de costas e não me viu, mas a mulher viu, mas fez de conta que não viu. Já estou acostumado a ficar no vácuo mesmo. Um vácuo a mais, um a menos, não vai fazer diferença.

Tomei o busão para a rodoviária. A viagem foi mais rápida do que a outra vez. Chegando lá, tinha um ônibus que estava saindo em dez minutos. Apesar de ser convencional, fui nele mesmo.

Como dormi mal na noite anterior, por causa do calor que estava no quarto e do entra e sai dos hóspedes, acabei ficando com sono. Comecei a ler Um Homem de Sorte. Mas dava um monte de cochilos. Fechava o livro e ficava escutando música. Mesmo assim, li quase o livro todo.

Enquanto cochilava, comecei a fazer uma retrospectiva de tudo que tinha passado. Estava ansioso para chegar em casa e postar tudo o que tinha vivido. Quer dizer, quase tudo.

O que mais me marcou nessa viagem foi os argentinos. Principalmente o gordinho peludo. Apesar de entender quase tudo o que diziam, senti por não ter falado com eles em espanhol. 

Mas com certeza eles vão ficar em minha memória. Também lembrei da senhora que conheci no cemitério.

A viagem foi bem tranquila. Cheguei na hora do rush em São Paulo. Fiz minha maratona de metrô, trem e ônibus. Cheguei em casa e fui logo tomar banho. Depois comi, fui ver televisão e logo fui dormir.

Dormi pensando no pezão do argentino peludo. Espero sonhar com ele muitas outras vezes. Quem sabe não encontre com ele de novo.

Se eu seguir o time dele, com certeza encontrarei com ele novamente.

Beijos nos pés!