terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dado Dolabella

O carioca Carlos Eduardo Bouças Dolabella Filho nasceu em 20 de julho de 1980 na cidade do Rio de Janeiro. Foi criado em meio a scripts de cinema, teatro e televisão.

É filho de atores veteranos, a espanhola Pepita Rodrigues, que veio criança para o Brasil, e do saudoso carioca Carlos Eduardo Dolabella, que junto com a mulher se tornou conhecido do grande público na década de 70. Assim, ficou fácil para Dado decidir que queria ser artista, ainda no início da adolescência. 

Antes de completar 14 anos, ele já fazia aulas de teatro e violão. Se sentiu realizado quando pisou num palco, no primeiro dia de aula. Mais tarde, quando encenou sua primeira peça profissional, realizou um sonho. 

Dirigido por Rosane Gofmann, o espetáculo em questão se chamava Mesa Sete. Apresentado num bar da zona sul carioca, o roteiro era dividido em episódios semanais. Isso exigia que o público retornasse ao lugar durante sete sextas-feiras consecutivas para acompanhar o desenrolar da trama. A ideia deu certo e o cachê tirou o ator do sufoco. 

Na época tinha 18 anos e estava sem mesada. Graças a esse trabalho, podia usar o dinheiro para ir ao cinema. A decisão paterna de limitar a ajuda financeira rendeu frutos ao ator. Sem grana no bolso, teve que ir à luta. 

O pai lhe ensinou a confiar em si mesmo e o fez ver que nessa vida nada se consegue sem dedicação. Se sente satisfeito de ter vencido os obstáculos com seu esforço pessoal. 

Dado fala da família com carinho. Acha os pais extraordinários porque começaram a trabalhar numa época difícil, em que as atrizes eram vistas como prostitutas e os atores como homossexuais. Venceram o preconceito e mostraram ter muito talento. Serviu como espelho, referência para ele.

Apesar de ter herdado a desenvoltura e o charme dos pais, foi reprovado várias vezes nos testes de interpretação. Decidido a melhorar seu desempenho, Dado se matriculou na tradicional Casa das Artes Laranjeiras, a CAL, escola de teatro parideira de diversos talentos jovens.

Aprendeu muito sobre a arte dramática e cresceu profissional e espiritualmente. Entendeu a verdadeira dimensão do trabalho de um ator e só saiu do curso um ano e meio depois, para fazer o seriado Malhação, por que não conseguiu conciliar os horários. Também ficou impossível escapar do assédio das fãs.

Moleque travesso, precisou trocar de colégio seis vezes para não ser expulso por mau comportamento. Garante que suas travessuras eram ingênuas. Preferia ficar na biblioteca se escondendo da professora ou no pátio conversando com as meninas. Também falava tudo o que pensava, a quem quer que fosse.

Uma vez chamou a coordenadora da escola de bruxa, outra vez foi pego em flagrante namorando na hora da aula. Para compensar, era curioso e aprendia rápido. Gostava mesmo era de cantar e tocar violão.

Ele pôs seu talento à prova como compositor ao improvisar uma versão em português da música Every Rose Has Its Thorn, da banda Poison, lá pelos 15 anos. Naquele dia descobriu que compor era uma coisa simples. Os versos de suas canções falam cada vez mais de paixão.
O ator acredita que o casamento faz parte de seus planos, como bom canceriano que é. Acredita que o verdadeiro amor é eterno.

Apegado à família, Dado diz que seus avós maternos, Maria e José, chegaram a completar 70 anos de casados. Ela veio da Espanha com o marido depois da guerra. Os dois se casaram adolescentes, contra a vontade do pai dela.

O rapaz não nega que sofreu com a separação dos pais, quando ele tinha 10 anos. Ficou revoltado. Queria que eles ficassem juntos para sempre e não gostava da ideia de ver a mãe namorando de novo. Lembra que se escondia na garagem e saía correndo atrás do carro sempre que sua mãe saía para passear com alguém. 

Reconhece que o ciúme acabou e mantém uma relação de harmonia com seu padrasto. Não se considera um galã, e acredita que é preciso mais do que uma cara boa para dar certo. Prefere se concentrar no trabalho e deixar de lado o espelho. Não vê vantagem em ser conhecido apenas pela sua imagem, mas sim, pelo seu trabalho. 

Dono de 1,83 metro de altura e 77 quilos, Dado pratica tênis, natação e futebol. É fã de um bom prato de risoto e se diz preocupado em ganhar peso. Fanático pelo Flamengo, ele confessa que em dia de partida fica nervoso. Para provar seu amor, ele exibe o chaveiro de seu Audi, com o emblema do clube. O chaveiro foi presente de uma fã.

Participou da primeira edição do reality show A Fazenda na Rede Record em 2009, e faturou 1 milhão de reais, com 83% dos votos do público. Tem um filho com Viviane Sarahyba que se chama João Valentim e outro filho que se chama Eduardo, fruto de um rápido relacionamento que teve com a estudante de direito Fabiana neves.


Fonte: Revista Nova, 02/2003 e Wikipédia.





segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Gagueira

Acordei no sábado e resolvi ir para o centro de São Paulo. Tomei o busão e a maioria dos carinhas estavam de calça comprida. Chegando no terminal central, fiquei esperando o ônibus para a estação de trem.
Quando o busão chegou, entrei e fiquei no fundo. Fiquei em pé ao lado de uma senhora que segurava o neto no colo. Conversava com outra senhora e falava alto. Ela estava falando sobre o seu problema de gagueira.

Disse que trabalhou com uma patroa que tinha um filho que estudou até no exterior, mas que também era gago. Falou do desrespeito de um médico que ficou rindo do jeito dela falar. Ela disse que falou para o médico que ele não era perfeito, que era careca e gordo.

Contou sobre um amigo que riu de um cara gago e que levou uma cacetada com uma barra de ferro na cabeça. Depois o gago ficou arrependido e foi visitar o carinha espancado. Aí descobriu que o cara que tinha apanhado também era gago. Acho que acabaram ficando amigos. Falou que tinha uma filha que não era gaga e que ficou assim depois de um grande trauma.

Disse que foi muito maltratada pelo pai e acabou ficando traumatizada. Falou bastante coisa de sua vida e depois desceu. Pensei bastante em suas palavras e concordo que todos têm defeitos. Comentou que o pior defeito são as pessoas que não têm caráter. Olha que lição de vida!


Quando entrei no vagão do trem, percebi que um carinha me olhou. Acho que gostou de mim. Quando fui descer para fazer a troca do trem em Francisco Morato, ele ficou me encarando. Era até bonitinho, mas tinha uma barba de Bin Laden. Tirou o meu tesão. Gosto de homens com barba por fazer, mas barba muito grande não.


Cheguei na Barra Funda e tomei o metrô até a Sé. Andei um pouco pela 25 de março que estava lotada. Quase fotografei um carinha de chinelo, mas não deu. Fui ver uma exposição, mas a fila dava voltas. Então piquei a mula.


Resolvi ir assistir um filme de terror. Se chamava A Casa Silenciosa. Tomei uns bons sustos. O filme foi fraquinho, mas adorei mesmo assim. Quando entrei, só tinha um gordinho na última fileira. Puxou conversa comigo. Conversamos sobre filmes de terror que ele também adora.


Depois passei na galeria do Rock e vi muitas pernas grossas e peludas. Estava cheio de gente e não deu para clicar ninguém. Alguns estavam de chinelo. Muitos pés deliciosos.


Passei numa banca e comprei alguns livros de promoção. A volta foi tranquila. Vim em pé lendo minha revista. Não prestei muita atenção se tinha pezões à mostra.

Cheguei em minha cidade e tomei o busão para minha casa. Comi e assisti um pouco de TV. Depois fui dormir.


Beijos nos pés!


sábado, 1 de setembro de 2012

Daniel Gevaerd


Daniel Fontoura Gevaerd nasceu em Campo Grande (MS) em 29 de março de 1983. Participou do BBB9. É um empresário e trabalha como web designer para a revista UFO, uma publicação especializada no estudo de objetos vodores não identificados feita pelo seu pai, o ufólogo Ademar Gevaerd. Além disso, Daniel também é dono de um site de celebridades.


Ele sempre acompanhou o Big Brother Brasil e disse ser fã do ex-BBB Emílio Zagaia, que participou da terceira edição do reality show e foi eliminado na sexta semana.


Do signo de Áries, tem como apelido os nomes de piranhão ou ETeniel. As partes que mais gosta em seu corpo são o nariz e as pernas. Considera o seu avô Athayde um homem bonito e a atriz Giovanna Ewbank como uma linda mulher.


Para ser seduzido, gosta que a mulher seja clara, demonstre parceria e admire o seu trabalho. Escolheu a cachoeira como sendo um lugar para fazer amor. Usa o perfume “212”, da Carolina Herrera e adora música eletrônica. Escolheu o filme “Todo Poderoso” com Jim Carrey como um dos que lhe mais agrada e adora comer espaguete. Não vive sem internet.


Participou da Casa de Vidro do BBB, onde permaneceu sete dias confinado. Saiu direto para o Paparazzo, onde foi clicado pelo fotógrafo Ernani d’Almeida, num hotel na Gávea, Zona Sul do Rio.

Se inscreveu quatro vezes para o BBB, até ser chamado para a Casa de Vidro. Fez curso de teatro, coaching de liderança, cinco cursos e assistiu a palestras sobre “O Segredo” e como pensar como um milionário. Também se preparou fisicamente para as provas de resistência que poderia chegar a fazer, pois estava fora de forma. Cortou a cerveja, malhou e investiu em suplementos.


Apesar de não ter pretensões de ser ator, gosta do glamour do meio artístico, mas também não quer viver só de prestígio. Quer construir um conteúdo, se agregar a pessoas fortes e trabalhar com festas e eventos que faz parte da sua área. Pretende ficar na mídia por um bom tempo.


Depois que saiu da Casa de Vidro, o assédio aumentou, principalmente por parte das adolescentes. Procura levar no bom humor e não se deslumbra com os comentários.


Não teria coragem de posar nu, de barraca armada, pois sua família é bem conservadora. Prefere não ficar com a imagem estigmatizada, apesar de respeitar o público GLS.


Apesar de aparentar ser mulherengo, ele se considera romântico e a favor de atitudes conservadoras. Gosta de presentear a amada com flores.


Adora mulheres loiras, com rostinho angelical. Gosta de meninas românticas e não tolera vulgaridade.
Entre quatro paredes, gosta de deixar a mulher arrepiada, seja na nuca ou nos pés. Também adora receber ou fazer massagem.


O que mais o deixa louco na cama é quando é lambido pela amada.

Fonte: ego.globo.com por Florença Mazza.