terça-feira, 21 de agosto de 2012

Bruno Gissoni

Bruno Sang Gissoni nasceu no Rio de Janeiro em 9 de dezembro de 1986. Viveu durante oito anos em Los Angeles, nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, atuou como jogador de futebol, defendendo as camisas do São Paulo e do Nova Iguaçu Futebol Clube.

É filho da produtora Ana Paula Sang e enteado do capoeirista Beto Simas, além de irmão do ator Rodrigo Simas e do jogador de futebol Felipe Simas. É neto de Vera Gissoni que é dona do Colégio de Aplicação Dr. Paulo Gissoni e da rede da Universidade Castelo Branco.

Em 2007 fez uma pequena participação na novela Alta Estação, da Rede Record. Estreou no teatro em 2009, com a peça Capitães de Areia e logo após, ingressou na Escola de Atores da Rede Record, ministrada pelo ator Roberto Bomtempo.


No mesmo ano, também esteve no elenco da peça Os Melhores Anos de Nossas Vidas. Em 2010, teve seu primeiro papel de destaque na TV, quando foi protagonista da série Malhação. 

Em 2010 atua na série Julie e os Fantasmas, exibida pela Rede Bandeirantes e, em 2012, entra para o elenco da telenovela Avenida Brasil, da Rede Globo.

Tem como principal qualidade a determinação, o companheirismo e a família. Em compensação, define seu maior defeito por ser desleixado com a aparência.

Adora iPhone, e quando não está trabalhando, gosta de lutar capoeira. Seu prato preferido é o sushi. Adora cair no sono assistindo ao seriado Friends. Gosta mais do seu sorriso e detesta a sua barriga.

Define sua vida como um jogo. Convoca as pessoas em quem mais confia para ficar ao seu lado, joga limpo (inclusive com as mulheres) e é determinado. Apesar de disciplinado, não gosta de acordar cedo.

Sonha em trabalhar com Wagner Moura , Selton  Mello, Daniel Oliveira. Trabalhar com o máximo de pessoas possíveis serve para ele pegar um pouquinho de cada um.

Jogar bola sempre foi seu hobby e paixão. Mas aos 22 anos ele ainda estava num time pequeno do Rio de Janeiro e não ganhava dinheiro. Então ficou desanimado e surgiu a oportunidade de fazer teatro. Ter largado o futebol serviu de amadurecimento. Aprendeu a nunca desistir dos sonhos, mas sim renovar suas metas.

Fala que está difícil encontrar alguém especial, pois as mulheres estão se esquecendo do valor que elas têm. Acha que precisam impor mais respeito aos homens.

Também não gosta de intimidações e que chamem para sair. Prefere que o homem tome a iniciativa.
Afirma que até poderia perdoar uma traição, mas que não continuaria com a garota.

Apesar de tudo, afirma que é um rapaz romântico, que se apega e se apaixona rapidamente. E se sente uma pessoa muito carente.

Apesar de o assédio ter aumentado bastante, ele se considera uma pessoa muito tímida e que ainda está aprendendo a lidar com tudo isso.

Tem como ídolo o ator George Clooney.

Fonte: Revista Nova, 06/2012 e Wikipédia.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Bienal do livro


Sábado resolvi ir prestigiar a Bienal do Livro. Afinal de contas, adoro ler. Tomei o busão até o terminal do bairro.




No caminho, ficou um carinha perto de mim que de vez em quando roçava sua mão em cima da minha. Depois tomei outro até o terminal central e outro para a estação de trem.

Fui sentado ao lado de um carinha de pernas bem grossas e brancas. Estava com um chinelo crocs. Marquei bobeira. Podia ter tirado uma foto das pernas dele por baixo das minhas pernas. Mas tudo bem. O cara deu umas esfregadas de leve na minha perna esquerda e senti toda a maciez dos seus pelos. Quando desci na estação, levantei e, quando passei por ele, dei mais uma esfregada em sua perna.


Tomei o trem e fui a viagem toda lendo e escutando música. Desci na Luz e tomei o metrô para o Tietê. Ia andando para a Bienal, mas como estava muito sol, resolvi pegar o busão para o local.

Quando entrei, parecia um sonho! Fazia tempo que não ia na Bienal do Livro. Gostaria que alguém de dinheiro construísse um shopping somente com livrarias. Será que nunca teve essa ideia? Tenho certeza que iria fazer o maior sucesso!

Visitei cada canto da Bienal. Seguia a ordem dos corredores para não deixar de ver nada. Algumas stands estavam mais lotadas que outras. Entrei numa editora e comprei alguns livros. Enquanto estava na fila, reparei num livro do meu interesse. Fiquei na dúvida, mas não comprei. Depois que paguei e sai, pensei que talvez não tivesse outra oportunidade de comprar aquele livro, pois essa editora não era muito conhecida. Então voltei, vasculhei mais um pouco, e no fim, comprei mais quatro livros. Algumas stands estavam com promoção de cinco e dez reais. Foi irresistível!


Quando fazia faculdade, uma professora falou de um livro chamado O Vermelho e o Negro de Stendhal. Sempre tive vontade de lê-lo. Como o livro estava em promoção, resolvi comprar. Comprei outro chamado No Caminho de Swann de Marcel Proust. Também é muito famoso. Queria ter comprado Madame Bovary, mas não estava em promoção. Quando tiver uma promoção, compro para ler novamente. Foi um livro inesquecível!


Vi alguns autores famosos, como o Doutor Bactéria, a Thalita Rebouças, e outros não tão famosos assim, mas que estavam dando seus autógrafos. Muita gente interessante. Também passei por stands que apresentavam programa. Ia ter uma palestra com o Fernando Henrique Cardoso mais a fila virava a esquina.

Quem eu mais gostei de ver, foi o Mauricio de Souza. Foi meu ídolo dos quadrinhos. Adorava a Mônica e toda a sua turma. Tentei tirar uma foto de longe, mas tinha gente que ficava na frente dele. O corredor estava lotado. Mal consegui passar. Então desisti.


Tinha uma exposição de nano tecnologia, mas a fila era imensa e eu ia ter que esperar muito. Muito gente sentava no chão comendo marmita, lanche ou outra coisa qualquer, apesar de ter praça de alimentação. Pessoas jogavam coisas no chão. O pessoal da limpeza precisava ficar sempre alerta.

O livro mais barato que comprei custou 5,00 reais e o mais caro 24,00 reais. Quando estava para dar oito da noite, consegui visitar todas as stands. Terminei a Bienal com três sacolas e uma mochila cheia de livros. Já estava com dores nos braços e nas costas. Baixou uma deprê só de pensar na volta para casa.

Na saída, descobri que tinha ônibus para a Barra Funda. Enquanto estava na fila, percebi que um rapaz tinha comprado a edição do Lanterna Verde. Queria ter comprado essa edição só por causa do beijo que ele dá no seu namorado, mas a fila dava uma volta danada.

Desisti na hora. Vou procurar pelo centro de São Paulo. Talvez até ache essa edição. Depois que cheguei na Barra Funda, comecei minha maratona de volta para casa. O trem estava lotado, mas deu para eu ir sentado no chão.


Fui escutando música e lendo uma revista. De vez em quando olhava para as sacolas de livro e dava vontade de sair lendo tudo ao mesmo tempo. Quando tomei o outro trem em Francisco Morato para a minha cidade, sentou um carinha perto de mim. Era branco, cabeludo e usava óculos. Tinha cara de nerd, mas era bem bonitinho. Era alto e tinha um pernão branco, grosso e peludo. Pena que não deu para tirar uma foto dele. Desceu na mesma estação que eu.

Tomei o busão para o terminal central. Quando cheguei lá, enquanto descia, entrou um morenaço de pernas bem grossas e peludas. Além de bonito, tinha um pezão bem grande. Devia ser vermelhinho e bem macio. Deu vontade de passar a mão nas pernas dele. Os pelos pareciam tão macios! Só aí que tinha me tocado, que o tempo que passei lá, me fez esquecer meu fetiche por pés masculinos.

Peguei o busão para o meu bairro, e depois o outro para a minha casa. Da minha casa, para o trem, sempre eu pego dois ou três ônibus. Tenho que fazer troca nos terminais.


Cheguei em casa tomei banho e comi. Fiquei com vontade de jogar os livros em cima da cama e dormi abraçado com eles. Mas resisti e fui dormir sozinho mesmo.

Já selecionei uma reportagem sobre sono que postarei em breve.

Amigos leitores, torçam para que alguém tenha a coragem de construir o shopping dos livros. Vou ser o primeiro no dia da inauguração.

Dedico ao meu novo seguidor chamado Ed que tem um solão delicioso.

Beijos nos pés!


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Gatos do Pan 2007


Profissional faixa preta


Leandro Guilheiro se considera um cara muito sem graça, embora a foto mostre o contrário sobre o dono de uma medalha de bronze nas Olimpíadas de Atenas.

O sobrenome desse judoca é trabalho. Luta judô desde os 5 anos e treina quatro horas por dia.

Aprecia as loiras de olhos claros como sendo irresistíveis, tanto que a protagonista da melhor noite de sexo dele foi uma alemã.

Nas horas livres, o gato prefere dedilhar o violão a badalar pela cidade. Se sente velho para a sua idade.

Marcador de sedução

A medalha torta de São Bento é a defensora do jogador de pólo aquático Conrado Bertoluzzi. “A corrente e o pingente foram presentes da minha mãe. Não sei como entortou. Acho que jogaram mau-olhado e o santo protegeu”, acredita. Este canceriano não dispensa uma partida de futevôlei na praia e é apaixonado por livros. A mulher dos sonhos precisa gostar de viajar e ser animada, assim como ele.

Pronto para atacar

Do alto de seu 1,98 metro, o atleta Lucas Pereira Vita assume que adora namorar. “Criar intimidade com uma mulher não tem preço. Ela precisa ser companheira e ficar sempre do meu lado”, entrega com um sorriso derrete-coração. Este paulistano joga pólo aquático desde que largou a natação, em 2002. “A equipe é amiga fora das piscinas, mas existe rivalidade dentro d’água”. Lucas, que veleja e surfa nos fins de semana, não dispensa uma garota viciada em praia. Aliás, esse foi o cenário da melhor noite, quer dizer, tarde de amor dele. “Estávamos no barco, em alto-mar, tendo só o pôr-do-sol como testemunha. O barulho das ondas foi inspirador”, revela, sem esconder a timidez. Aliás, gotas de suor brotam em seu peito enquanto fala de fantasias sexuais. “Já transei no banheiro de uma balada, mas ainda quero experimentar a poltrona do avião”.

Charme na raia

Nicholas Santos seria um rapaz comum se não hipnotizasse com o verde-escuro de seus olhos. “Faço amigos com facilidade, mas prefiro ficar na minha quando não conheço ninguém”, diz com um leve sotaque interiorano (ele é natural de Ribeirão Preto, SP). O atleta pratica natação desde os 6 anos por influência dos pais, donos de uma escola de mergulho.

Ele já passou da fase das baladas e prefere dar o primeiro passo na hora da paquera. Gosta de trocar olhares, de conquistar uma mulher. Quando namora, abre a porta do carro para ela. Para cair nas graças do bonitão, a garota deve cuidar do corpo, ter cabelo liso e um rosto delicado, além de ser comunicativa e compreensiva. Levaria a amada para uma viajem a dois para a Turquia, um país exótico, com praias de água cristalina e bangalôs.

Mascote aventureiro


Quem escuta a voz grave de Emílio Vieira não acredita na idade do mineiro. O caçula da equipe de pólo aquático é categórico ao afirmar que nunca se apaixonou. Está curtindo a vida, e por enquanto, não quer compromisso sério. Encaixar um namoro nesse leonino é missão quase impossível. Ele acorda cedo, cursa direito, treina três horas por dia e mal consegue acompanhar os amigos nas baladas.

Fica cansado e sente muito sono. Nas horas livres, aproveita para dormir. Mesmo dorminhoco, Emílio jura não medir esforços para agradar as mulheres. Não é grudento, mas quando fica a fim de alguém, trata bem e até manda flores. O gato é fã de emoções fortes. Gosta de aventuras, como transar na escada do prédio no meio da madrugada.


Fonte: Revista Nova, 06/2007.