segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Carrie (2013)

Desde pequeno eu curto livros e filmes do Stephen King. Quando fiquei sabendo que iria ter uma nova versão de Carrie, fiquei todo animado. 

Assisti ao trailer, mas procurei não saber nada sobre o filme. No sábado acordei e fiz toda a minha maratona de ônibus e trem para São Paulo.

Na ida para a estação de trem, me deparei com algumas beldades. Alguns estavam de chinelos e outros de tênis. No terminal central, fiquei de olho em uma sola grande e larga de um gordinho. Pena que não deu para tirar foto.

Tomei o trem e fui lendo O Morro dos Ventos Uivantes que parei de ler depois da minha depressão pós MTV. 

Escutei bastante Love Metal e a viagem foi tranquila e rápida. Deu até para eu ir sentado.

Cheguei na Barra Funda e fui comprar água para beber e alguma coisa para comer. Passei na livraria e depois fui para o Shopping Bourbon para assistir ao filme. 


Comprei o ingresso e me mandei para a Livraria Cultura


Depois de conferir as novidades e não comprar nada, me mandei para a sala de cinema.

Sinopse do filme:

Carrie White (Chloë Grace Moretz) é uma adolescente excluída, tímida, problemática e atormentada pelos colegas da escola que nunca compreenderam seu estranho comportamento e sua aparência. 


Além de super protegida, ela sofre maus tratos em casa por causa da mãe Margaret White (Julianne Moore) que é profundamente religiosa, e que à impede de levar uma vida normal como as garotas de sua idade. 

Mas Carrie guarda um grande segredo, quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente. 



Durante o baile de formatura todos irão temer o seu poder após uma brincadeira de mal gosto, quando Carrie causa uma catástrofe com seus poderes telecinéticos.



Foi uma longa espera por esse filme, que durou um longo ano. Mas valeu muito a pena. Os efeitos especiais foram demais! Mistura de Jogos Mortais, Premonição e Freddy Krueger.


Stephen King deve está pulando de alegria. Gostei tanto que fiquei assistindo os créditos, que teve uma belíssima trilha sonora. Diretora, elenco e equipe técnica, capricharam para ficar perfeito.

Com certeza vai ficar no meu TOP 10 de filmes do ano. Adorei as solas e pernas do Ansel Elgort numa cena em que ele afogava o ganso com a namorada.

Lembrei da época que meus coleguinhas do prédio me chamavam para brincar e minha mãe não deixava. Eu também era chamado de estranho. A única diferença é que não tinha poderes telecinéticos para me proteger das pessoas.

Depois que sai do cinema, fui até o mercado comprar um lanche natureba para comer e me mandei de volta para o West Plaza para comprar um sapato preto, tipo coturno.

Fiz uma limpeza no meu guarda roupa e segui o exemplo de São Francisco de Assis. Fiquei com um tênis e o sapato novo para trabalhar.

Depois fui até a estação Barra Funda para fazer minha maratona de volta. Estava 22º C. A viagem foi uma maravilha. Fui em pé lendo um livro e escutando Love Metal.

Cheguei na estação da minha cidade e tomei logo o busão para casa. Tive que fazer troca no bairro. 

Cheguei em casa e fui tomar banho. Depois comi e fui dormir cedo. Nem liguei a televisão.

Dormi pensando no solão branco, grande, rosado e macio do Ansel Elgort (aí ao lado). O cara deve calçar 44.

Beijo nos pés!

Fonte: Wikipédia.