terça-feira, 19 de julho de 2011

O pezão do pedreiro

Resolvi fazer uma reforma em minha casa. Contratei um pedreiro conhecido de um amigo. Ele deu muitas recomendações. Disse que o cara era meio careiro, mas que fazia o serviço rápido e bem limpo. Chamei o cara para fazer um orçamento, e diante do fato, resolvi contratá-lo. 

Lembro que quando começou estava de férias. Acompanhei de perto seu serviço. Às vezes até ajudava-o em algumas coisas. Quando começou o serviço, comecei a repará-lo melhor. Era bem alto, magro. 

Suas pernas não eram muito peludas e nem grossas. Mas em compensação, tinha uns pezões 44. Era um banquete dos deuses. Pena que o cara era hetero e casado. Mesmo assim tirava minhas casquinhas. Lembro de um dia que fui sair, e ele pediu para eu esquentar sua marmita. 

Tinha acabado de tomar banho e passado um creme muito cheiroso. Lembro que enquanto esquentava a comida, o sacana se aproximou por trás de mim e deu uma fungada em meu cangote. 

Acho que gostou do cheiro. Não quis dá o braço a torcer, mas bem que gostou. Enquanto me cheirou, deu uma roçada de leve em minha bunda. Me fiz de desentendido. 

Ele também disfarçou e foi sentar à mesa. Outro dia, ele quebrou o chinelo, não ia deixar o cara passar o dia descalço. Então emprestei meu chinelo para ele. Apesar de eu calçar 40, como o chinelo era de tira, deu para entrar. 

O calcanhar ficou para fora e os dedos também. Lembro que quando calçou, aproveitei a desculpa e dei uma bela olhada naqueles pezões. Comentei sobre a história do sapatinho da Cinderela e ele deu risada. 

No fim do dia, quando ele me devolveu o chinelo, esperei ele sair e fui logo calçando. Queria sentir aqueles chinelos calçados por aqueles pezões. 

Cheguei a ficar de pau duro e a gozar de tanto prazer na hora em que calcei o chinelo. Lamento por não ter dado uma bela esfregada naqueles pezões grandes e largos!

Beijos nos pés!