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domingo, 22 de julho de 2012

Comentário sobre algumas fotos


No dia da maratona, fiquei embaixo dos telhados dos quiosques. Teve uma hora que passou um cara com um pernão e foi fotografar as esculturas na areia. Aproveitei a oportunidade para fotografar as esculturas, e enquanto ele fotografava em cima do banco, tirei uma bela foto dos seus pezinhos.


No primeiro dia, sai com a moça do primeiro Hostel para fazer compras em um mercado próximo de onde estávamos. Enquanto andávamos pelas ruas, notei muitas pernas e pés bonitos. Enquanto estávamos no mercado, avistei um trintão de pernas peludas. Não resisti e fui atrás para fotografar. A foto não saiu muito boa, mas garanto que os pés eram lindos.

Em outro determinado momento, enquanto procurava um lugar para almoçar, avistei três carinhas indo em direção a uma lanchonete. Segui os caras e tirei uma foto deles perto do balcão. Pena que um deles saiu. Acho que foi ao banheiro.


Na saída de um shopping, passei por um barzinho onde estavam dois carinhas de chinelos. Tinham pernas bem bonitas. Dei uma boa disfarçada e cliquei os pezões. Estavam bem distraídos e não ouviram o barulho do click na hora da foto.


Nesse mesmo bar, que parecia mais uma lanchonete, tinha outra entrada. Quando passei, avistei alguns carinhas de pernas de fora. Um estava descalço e o outro de tênis. O que não falta são pés amostras.

Logo depois que fotografei, chegou outro carinha de chinelo. Aí tive que tirar outra foto deles. Além de bonito, o cara tinha um pernão grosso e peludo. Seu pezão parecia ser bem macio. A sola estava pronta para dar uma boa esfregada de pés.

No dia do Campeonato de Futebol Americano na Areia, tirei uma foto de um ciclista que ficou um bom tempo parado do meu lado, olhando os carinhas jogarem. Acho que o cara também jogava no meu time. Depois de um tempo, um quarentão se aproximou dele e ficaram conversando. Eu como nunca tomo a iniciativa mesmo, fiquei só escutando os caras conversarem. O ciclista tinha uns trinta anos. Tinha um belo cavanhaque ruivo. Suas pernas eram bem grossas e peludas. Tinha antebraços também grossos e com pelos dourados. Suas mãos eram bem bonitas. As unhas estavam bem cortadas e limpas. Pena que ele estava de tênis. Devia ter um pezão delicioso.

No dia que fui para a Praia do Flamengo, passou um carinha fazendo caminhada. Andei por um bom tempo com ele andando na minha frente. Tinha pernas peludas, mas não eram tão grossas assim. Mas dava um bom caldo. O que mais me chamou a atenção, foi seus pezões brancos e rosados. Depois de um bom tempo andando pelo mesmo percurso que eu, ele desviou o caminho e eu segui em frente.

Infelizmente não consegui tirar muitas fotos de pés e pernas. Nem sempre dava para tirar. Mas vou guardar na memória os muitos pés deliciosos e macios que vi durante minhas caminhadas.

Beijos nos pés!


sábado, 21 de julho de 2012

Volta para casa


Levantei ainda cansado dessa maratona. Mas sem febre. Tomei banho e fui comer meu breakfeast. Me despedi dos funcionários e de uma moradora do Hostel. Quase que ela não me deixava sair.




Enquanto estava na porta do Hostel, vi um casal gay passando de mãos dadas. Logo em seguida, passou aquela moça com quem tinha feito amizade logo no primeiro dia. Aproveitei e fui com ela para a parada de ônibus. Tomei um busão demorado. Por um lado, fui apreciando a paisagem. Fui no ônibus das duas e aproveitei melhor a viagem. Terminei de ler o livro Querido John.

Aconselho a todos a lerem este livro. É uma lição de vida! Se tiver coragem, vou assistir o filme. Não gosto muito de filme romântico, mas a história é muito bonita. E o cara é bem bonitinho. Se chama Channing Tatum.




O busão estava vazio. Fui sozinho no acento perto da janela. Cheguei por volta de oito e meia. Tomei o metrô até a Luz. Quando fui pegar o trem, tinha uma galera indo para o jogo do Palmeiras. Cheguei em minha cidade e tomei o ônibus. A volta foi tranquila. Cheguei quebrado em casa. Comi e depois fui tomar banho e assistir TV deitado na minha cama macia. Foi a melhor hora do dia.

Não posso nem dizer “apesar de tudo”, porque não tive pesar em nada. Não entendo a rixa dos paulistas e dos cariocas, porque adorei tudo e fui muito bem recebido por todos. Foram sempre prestativos. Acho que é uma parcela pequena que tem essa rixa. De qualquer maneira, foi tudo muito bom.


Com certeza voltarei em breve!

Amanhã comento sobre umas fotos que tirei!

Beijos nos pés de todos, principalmente dos cariocas!


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Parque Lage, Jardim Botânico, colombiano e meu amigo da internet


Acordei, tomei banho, comi e fui embora. No caminho passei pelo Museu Villa-Lobos e pelo Museu do Índio que ficava na rua detrás. Fiquei encantado com o Museu do Índio. Aconselho a todos as pessoas irem naquele Museu. Passei por uma Academia da Terceira Idade. Tinha vários vovôs e vovós fazendo malhação.

No caminho do Jardim Botânico, passei num casarão antigo que foi transformado em Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Vi muitas coisas bonitas. Adorei a cascata na entrada e uma estátua de um jovem sentado em um banco.

Me mandei para o Jardim Botânico. Tentei segui o máximo possível o guia de visitação, mas mesmo assim não deu para ver tudo. Outra vez vou lá e vejo o que faltou. Antes de começar a maratona, visitei o Museu do Meio Ambiente que fica logo na entrada.

Logo no começo, fiz amizade com um colombiano que também seguia o mesmo roteiro que eu. Enquanto andávamos pelas exposições, conversávamos sobre tudo. Ele me falou sobre o Couch Surfing para viageiros. Me contou sobre a política, os autores preferidos que gostava, principalmente o Gabriel Garcia Marques, a cantora Shakira, a Faculdade Pública que estudava e que desejava saltar de parapente ou coisa parecida.

Passou por Brasília, Rio de Janeiro e também iria vir para São Paulo e Florianópolis. Disse que tinha curiosidade de visitar outros países e me incentivou a ir.

Disse que até tenho vontade, mas o problema é o idioma. Ele disse que dá para tirar de letra, pois ele não sabia nada de Português. Procurei falar o mais devagar e correto possível para ele entender. Foram poucas as palavras que ele não entendeu. Disse que de todas as pessoas com quem falou, eu tinha me expressado melhor, pois ele compreendia quase tudo. O cara era estudante de Filosofia e parecia um Nerd. Adorei o carinha. Ele pediu para tirar uma foto minha e depois quis que eu tirasse uma dele para guardar de recordação.

Trocamos e-mails. Não sei se vamos nos corresponder. Aliás, a palavra e-mail foi uma das poucas que ele não conseguiu entender. Tive que dizer e-mail, blog, internet para ele poder entender. Ele usava outra expressão, acho que era conta.

Depois, ele teve que ir porque iria fazer uma apresentação de malabaris. Eu me encontrei com um amigo que se corresponde comigo. Graças a ele, tive coragem de fazer essa viagem. Ele me deu um monte de dicas.


Quando nos encontramos, falei como uma maritaca, enquanto ele tomava uma água de côco. Fazia tempo que não falava com alguém sobre minha vida. Nunca tinha falado pessoalmente com outro pedólatra. Gostei porque ele sabia me entender. Conversamos muito até anoitecer. Fomos à praia e depois no Shopping Leblon. Fomos a uma drogaria. Enquanto ele pagava, passou um carinha com um belo pernão e pezão. Deu vontade de ir atrás para fotografar.


Fomos numa livraria que eu adoro e depois andamos pelo comércio de Ipanema. Me levou numa rua famosa pelo público GLS e enquanto conversávamos, ele encontrou um carinha com cara de príncipe. Tinha um pezão 44. Nasceu na Escócia, foi criado na Áustria e morava em Londres. Falava bem o Português. Meu amigo gostou dele. Espero que role algo entre eles. Nos despedimos e fui para casa.


No terminal de ônibus, avistei um carinha, e não resisti. Tirei uma foto das pernas dele. Tinha um pezinho lindo!

Quando desci do busão, passei na farmácia para comprar um remédio, porque estava meio resfriado. Tomei banho e comi. Assisti CSI e um pouco da Fazenda. Conversei com uma moradora do Hostel e depois fui para a cama.

Ainda vi alguma coisa, esperando passar o mal estar. Depois de um tempo consegui dormi. Acordei de madrugada com um pouco de calor. Estava suado.

Amanhã conto a volta!

Dedico esse post ao meu amigo do Rio chamado Sídnei.

Beijos nos pés!


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Praia, aeroporto, exposições e centro da cidade


Quando desci da minha cama, notei o pezão do gaúcho com sua sola deliciosa voltada para fora da cama. Deu vontade de esfregar meu pezinho naquele solão. Tomei banho, comi e me mandei.


Tomei o rumo da Praia do Flamengo. Estava um dia ensolarado, mas com algumas nuvens. Passou um carinha por mim, mas não deu para fotografar direito. Avistei um pássaro muito lindo. Tentei fazer amizade, mas ele não quis papo e voou. Aproveitei e tirei uma foto de um gordinho que estava lá próximo.


Vi um carinha de sunga saindo da água. Estava com outros dois de bermuda. Me aproximei para fotografar os pés deles, mas não foi possível. Passei por uma praça de skatista, mas estava meio detonada e pichada. Então nem tirei a foto.

Passei por um monumento aos pracinhas e fui até o MAM. Pena que estava fechado. Aproveitei e fui na Exposição Atrás da Cortina Atômica. A exposição tinha fotos de diretores famosos, a bomba nuclear jogada no Japão, e um monte de atrocidades feitas aos humanos da nossa mesma espécie. Além disso, tinha um Festival Internacional de Filmes sobre Energia Nuclear.

Visitei o Aeroporto Santos Dumont e vi algumas exposições sobre a história da navegação, outra sobre a arte popular brasileira e uma em arte na madeira.


Depois fui ao centro da cidade. Passei por igrejas, Teatro Municipal, biblioteca, Câmara dos Deputados, um shopping só de eletrônicos no Largo da Carioca. Andei pela Lapa e conheci um maluco que morava não sei onde. Estava meio bêbado. Acendeu um fósforo para iluminar uma estátua, para eu poder tirar uma foto. O cara era uma figura! Ainda tive pique para ver uma exposição na Galeria Instituto Moreira Salles.

Cheguei quebrado em casa. Tomei banho, comi e fui assisti TV no meu celular. Assisti CSI e depois o filme Heróis, com o meu chará Chris Evans. Lindão!

Amanhã continuo!

Beijos nos pés!


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Maratona, praia e muita chuva


Apesar do noite, acordei bem disposto. Levantei cedo para aproveitar o máximo do tempo possível. Antes de ir para o banheiro tomar banho, reparei numa perna do gaúcho que estava para fora do lençol. Tinha uma tatuagem bem bonita e seu pezão tinha uma sola bem macia. Ele acordou bem na hora que eu estava olhando para a sua sola macia. Dei bom dia e fui para o banheiro.

Depois do banho, fui tomar o breakfeast. Só aí descobri que estava chovendo. Mesmo assim, me mandei para a praia. Tomei o metrô até Ipanema e depois fui andando até o Leblon. Avistei vários maratonistas, mas o casal do meu Hostil já tinha passado. Tomei muita chuva. Passei pela escultura do Dorival Caymmi e do Carlos Drummond de Andrade, mas não tirei fotos. Entrei na água e veio uma onda que me molhou até a cintura. Fiquei todo molhado. Quase perdi o chinelo dentro do mar. Minha boca ficou com gosto de sal. Vi muito gringo caminhando. Os cariocas pareciam ter medo da chuva.


Andei muito. Fui até a Pedra do Leme. Pena que estava um temporal. Passei por parques, uma área militar, e fui até a bilheteria do Pão de Açúcar, mas estava desprovido de dinheiro para fazer o passeio.


Depois de muito andar, voltei para o Hostel. Tomei banho e fui comer. Quando entrei na cozinha, tinha um gringo falando inglês com uma japonesa que só sabia japonês e um pouco de inglês. Fiz meu prato e fui comer próximo delas.

Fiquei um pouco triste, porque os paulistas tinham bebido e estavam contando vantagens e tirando sarros dos outros. Ficaram tirando sarro das duas japonesas, porque acho que elas não entendiam. Me enchi e fui para o quarto. Subi no terceiro andar do meu triliche e passei um creme para os pés. Um paulista entrou e ficou me olhando e depois foi embora. Acho que gostou do meu pezinho.


Resolvi ligar a TV do celular e assisti o Fantástico. Ainda não tinha reprogramado os canais de TV, e só pegava a Rede Globo. Depois do Fantástico fui dormir.

Amanhã conto mais!

Beijos nos pés!


terça-feira, 17 de julho de 2012

Feira, shopping e praia


No outro dia bem cedo, tomei banho de novo e fui tomar o breakfast. Era uma mesa grande com tudo o que pudesse pensar. Bolos, pães, leite, café, chá, suco. Tomei um copo de leite com chocolate em pó e um copo de suco. Comi um pão com queijo e presunto e um pedacinho de torta de banana para não aumentar minha taxa de glicose.


Peguei um prato com maçã e laranja e fui para a sacada do Hostel. A vista era maravilhosa. Dava para ver o Cristo Redentor. Não tirei foto porque meu celular não é muito bom para imagem em longa distância. Sentei com uma moça que tinha ido fazer um concurso. Reparei que tinham vários carinhas de bermuda e chinelo. A maioria tinha pés bonitos. Pena que não deu para fotografar. Tinha um que ficou o tempo todo com o seu notebook. Levantou só para procurar uma tomada.


Fui até o parapeito e observei que havia uma feira lá embaixo. O pessoal não gritava como aqui em São Paulo, porque lá eles levam multa quando gritam. Adorei! Pena que os preços eram salgados. Enfiavam a faca, acho que porque tinha muito gringo. A metade das pessoas que estavam lá na feira eram turistas.


Depois fui até o outro Hostel. Tinha vaga para todos os dias que iria permanecer lá, então fechei negócio e me mandei para o outro Hostel para fazer check-out.





Antes, passei no mercado para comprar água e coisas para comer durante o dia e à noite. Chegando ao segundo Hostel, tinha uns paulistas fazendo check-in.

Quando a moça olhou meus documentos e viu que eu era de São Paulo, um dos carinhas começou a fazer graça com o outro, dizendo que ele parecia paulista, porque estava de preto e cinza. Sei que foi indireta para mim, porque eu estava vestido assim. Só uso roupas sóbrias. Sou metaleiro.


Deixei minhas coisas e me mandei. Andei pelo centro do bairro de Botafogo e fui descobrindo um monte de coisas. Adorei os cinemas. Tem três pelas redondezas. Passei num shopping e comprei outro livro do Nicholas Sparks que se chama Noites de Tormenta. Vi muitos pés bonitos, mas não deu para tirar muitas fotos. Tirei uma na escada rolante.

Depois me mandei para a praia. Fiquei pela redondeza. Não tomei banho porque era imprópria para o nado. Assisti um campeonato de Futebol Americano na Praia. Vários integrantes tinham deficiência auditiva. A única coisa que notei, é que todos eram lindos. Principalmente os gordinhos. Tentei me aproximar para fotografar algumas pernas de perto, mas só tinha os caras que estavam jogando, ou alguns poucos amigos e algumas esposas com filhos. Em compensação, fotografei um cara na torcida que era zehn, quer dizer, dez!


Quando anoiteceu, andei mais um pouco pelo bairro e voltei para o Hostel. Tomei banho e fiquei esperando para fazer meu prato, pois uns gringos estavam usando a cozinha. Comi e voltei para o quarto para ler. Um gaúcho me convidou para ir assistir uma luta que estava passando na TV. Fomos até um bar, mas ele ficou um pouco impaciente e depois voltamos. Voltei para a cama e li algumas páginas do meu livro.

Depois fui dormir. A noite foi longa. Era gente saindo e entrando. Música alta do lado de fora, risadas, a luz acendia e apaga várias vezes. O que mais me incomodou foi o barulho de roncos. Contei no mínimo cinco roncos diferentes. Quase dei risada. Pensei até em gravar. Fiquei com pena do casal de maratonista que iria disputar a maratona no dia seguinte. Acho que não dormiram direito.


Amanhã tem mais!

Beijos nos pés!


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Viagem para o Rio

Aproveitei as férias do meio do ano para viajar. Troquei ideia com um amigo que mora no Rio e tomei coragem.

Arrumei meus trapos na sexta de manhã. Antes de sair, vasculhei pela internet algum lugar para descansar meus ossos.

Peguei o busão, depois o trem, e por último, o metrô até o Tietê. Comprei a passagem para as duas e quinze. A previsão de chegada era oito e meia. Mas, como iria ter um feriado em São Paulo (Revolução Constitucionalista de 1932 de São Paulo) na segunda, as rodovias estavam cheias. Comecei a ficar preocupado com a hora que iria chegar lá.

Continuei a leitura do livro “Querido John” e fui embora. Em determinado momento, pensei que se chegasse e não tivesse vaga, iria passar a noite na rodoviária ou então em um hospital. Certa vez vim de São Paulo tarde da noite, e perdi o último ônibus para minha casa. Então resolvi passar a noite em um hospital que é bem seguro. Tinha banheiro e água para beber.


Depois de três horas de viagem, paramos para tomar um lanche. Troquei ideia com um carinha que estava do meu lado. Já estava cansado de tanto ler. Logo depois, o motorista desligou as luzes e não deu mais para ler. Então aproveitei para conversar com o carinha. Era carioca, com um sotaque bem forte. Falou sobre o que achou de São Paulo, enquanto ficou hospedado aqui, e aproveitei para perguntar sobre o Rio de Janeiro. Ainda não tinha decidido em que Hostel iria ficar.

Da lista que tinha levado com vagas, ele me indicou um que ficava em Botafogo, porque era bem localizado. Cheguei a meia noite. Peguei um busão para a Central do Brasil, e desci na famosa Avenida Brasil. Encontrei um crente que me orientou a ficar junto dele, visto a rua ser perigosa esse horário. Então tomamos outro busão para Botafogo.

Chegamos na avenida principal e descemos. Rumei para o albergue que ficava bem perto. Passei pela estação do metrô, mercados, lojas, restaurantes, drogarias, cinemas e tudo o que uma pessoa precisasse ter.


Cheguei no Hostel e fui muito bem atendido. A moça perguntou se tinha feito reserva e eu disse que não. Ela disse que não sabia se teria vaga. Fiquei um pouco preocupado, e ao mesmo tempo, rezando para ter uma vaguinha. Consegui me encaixar num quarto, mas somente por aquela noite. No outro dia eu teria que me alojar em outro lugar. Ela me indicou outro Hostel naquela mesma rua.


Tomei banho e comi uma maçã. Quando entrei no quarto, tinha uma senhora com três filhos. Uma cama vazia que descobri depois que era de um gringo, e a minha que ficava em cima do gringo. Dormi mal com o barulho de tosse e de roncos. Acordei várias vezes.


Amanhã continuo a minha saga.

Beijo nos pés!