quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A pipa, o menino e seu pai

Resolvi ir num fim de semana para a praia. Nessa época morava longe e tive que ir de ônibus. Quando cheguei lá, saltei próximo de uma quadra de vôlei. Fiquei admirando os pés e as pernas dos jogadores na areia. Fiquei aproximadamente uma hora. Depois resolvi ir tomar alguma coisa.

No caminho, encontrei um menino que estava empinando uma pipa. De repente, acho que cortaram ele. Aí, o pai do garoto saiu não sei de onde e foi fazer outro rabo para colocar na pipa. Como estava próximo, ele pediu minha ajuda. Eu estava de bobeira e então resolvi ajudar. O pai do menino pediu para eu segurar alguns filetes de papel que ele usaria para construir o rabo da pipa. Toda vez em que pegava o pedaço de minhas mãos, ele dava uma roçada nos meus dedos. No começo pensei que fosse sem querer, mas depois fui vendo como o cara me olhava e percebi que era uma cantada. O menino era pequeno e não tinha percebido nada.

Enquanto tirava uma casquinha de mim, reparei que estava só de sunga. Tinha um baita volume. Mas gostei mesmo foi de suas pernas que eram bem grossas e peludas. Seus pelos estavam dourados, do jeito que eu gosto. Tinha uns pés grandes, largos e pareciam ser bem macios. Como suas mãos eram macias e quentinhas, imaginava seus pés como deveriam ser. Observei a mala do coroa e também comecei a ficar com tesão. O menino estava todo alegria porque sua pipa estava quase no fim. Ficou muito bonita!

Quando o cara terminou de construir a pipa com a minha ajuda, ele me ofereceu uma água de coco ou alguma outra coisa. Eu era bem novinho e bem bobinho. Apenas agradeci e fui embora. Enquanto me distanciava, o pai do menino ficou só me olhando com cara de tesão! Como fui bobo! Podia ter aproveitado mais aquele coroa. Dado umas esfregadas naqueles pés macios. Se bem, que o cara não queria só ficar na esfregada. Acho que queria mesmo era me comer inteirinho!
Amanhã conto o resto do passeio.

Beijos nos pés!