sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Hipódromo

Acordei nesse dia com ótima disposição, porque sabia que o Hipódromo estaria aberto.

Tomei o busão e desci perto do Hipódromo e fui andando por outro caminho, para conhecer melhor a cidade. Sempre vendo belas paisagens e a arquitetura dessa preciosa cidade.

Passei por uma rua chamada Claudio Gay. Como assim??? Será homenagem a alguém?
Chegando no Hipódromo, entrei e fui para a arquibancada, porque na parte de dentro não podia usar bermuda.

A plebe também tem direito a usar banheiro, fazer apostas e comprar guloseimas, que por sinal, tava com uma cara boa.
Cheguei antes das duas e a primeira corrida foi as duas e meia. 

Reparei que em cima do telhado tinha uma espécie de cama de faquir. Fiquei pensando qual a finalidade daquilo estar ali!

Às vezes poucos cavalos participavam da corrida. No início estava meio vazio, mas depois de um tempo começou a chegar mais gente. 

A cada competição o público delirava e torcia para o seu cavalo predileto.
Fiquei até tarde, pois começou a esfriar. Diferente de Buenos Aires que estava muito calor, em Santiago no fim da tarde sempre dava uma esfriada. Quase sempre que chegava em casa a temperatura estava entre 18 e 20 º C. Preferi não me arriscar a ficar resfriado. O vento de lá era bem gelado.

Como sempre, foi um belíssimo dia, ainda mais porque tinha muitas pernas de fora. Tinha um americano com um pernão grosso e peludo que me tirava do sério. Pena que não deu para fotografar.
A noite voltei para casa e fui conversar com o argentino.
Amanhã eu conto sobre a casa de Pablo Neruda.
Beijos nos pés!


Hipódromo