terça-feira, 26 de julho de 2011

Experiências paranormais




Desde pequeno tive premonições. Lembro da vez que sonhei que meu irmão havia quebrado o braço. No mesmo dia, meu pai se atrasou para ir me buscar na escola. 

Chegando lá, perguntei o motivo da demora. Quando ele ameaçou contar, já sabia! Ele disse “teu irmão”, aí eu continuei, “quebrou o braço”. Meu pai perguntou como sabia. Então disse que tinha sonhado com isso.

Quando meu pai faleceu, eu tive uma premonição uma semana antes. Lembro que comentei com minha mãe. Ela disse “vira essa boca pra lá”. Uma semana depois, quase no mesmo horário, senti quando meu pai desencarnava. 

No momento, tinha acabado de almoçar e estava lendo. Lembro que não consegui me concentrar e fiquei atordoado, como se estivesse tendo uma visão. Pouco tempo depois, veio um colega de trabalho do meu pai atrás de minha mãe. Ela tinha saído. 

Quando ele entrou em casa, tive a certeza da morte de meu pai. A premonição dias antes, a agonia que senti após o almoço. Disse onde minha mãe tinha ido e o senhor se mandou. 

Liguei imediatamente para minha mãe e disse para ela se preparar porque achava que meu pai tinha morrido. Ela pensou que fosse brincadeira. 

Uma hora depois, ela chegou com lágrimas nos olhos. Lembro que disse “morreu, não foi?”, ela apenas balançou com a cabeça. Perguntei do quê? Ela disse ataque do coração. Então me abraçou.

Tempos depois, morei na casa de um colega. Lembro que numa tarde de sábado, estávamos na cozinha com uma turma reunida. De repente, passou um vulto pelo corredor em direção à escada. 

Meu amigo perguntou “alguém viu o que eu vi?” apenas eu respondi que sim. Parecia o “Demônio das sombras” do desenho “Caverna do Dragão”, só que sem as asas.

Morei numa casa mal assombrada. Aquele dia foi a pior experiência paranormal que tive. Estava deitado na cama do beliche, de repente, ouço um barulho de saco plástico se mexendo. Sabia que não havia ninguém e que não tinha bicho nenhum ali. Não dei muita importância. 

Passou-se alguns segundos e então, senti um sopro forte em minhas costas. Fechei bem os olhos e pedi ajuda à Deus. Logo em seguida, minha cama começou a balançar. Fiquei muito assustado, pois não havia ninguém ali. Tenho certeza que não foi um sonho. Pedi à Deus em voz alta que me ajudasse a tirar o mal dali. Então, graças a Ele, o tremor passou.

Beijos nos pés!