sexta-feira, 1 de julho de 2011

O cara do terminal

Trabalhei por um tempo próximo de um terminal de ônibus. Certo dia, enquanto me dirigia para o trabalho, avistei um carinha com umas belas pernas. Depois que cheguei ao terminal, fiquei fazendo hora para entrar no serviço.

De repente, avistei aquele carinha passando pela roleta. Sentou-se perto do meu banco. Dei uma bela olhada para as suas pernas, mas me contive, pois estava em lugar público. Eram grossas, brancas e com pelos dourados. Seus pezões tinham dedos perfeitos, unhas cortadas, alguns poucos pelos no dorso dos pés e com sola bem rosada. Esse era do jeito que eu gosto.
Enquanto o admirava, ele ajeitou a tira do chinelo e ficou descalço com o pé esquerdo apoiando o calcanhar no chão. Deu pena, porque o chão estava sujo e seus pés estavam bem limpinhos. Nisso o cara reparou que eu tinha parado de ler o livro e me voltava para seus pés. Acho que percebeu. Tentei disfarçar, mas a tentação foi tamanha.


Ele começou a me encarar, dobrou as pernas em minha direção e começou a balançar os pés. Dava para ver aquela sola macia e rosada. Seus pés deviam ser bem quentinhos. Depois que ele balançou, começou a passar a mão em seus pés, como se estivesse massageando. Foi aí que percebi que o cara era casado, pois tinha uma aliança nos dedos. Ele continuava me encarando e dando uma risadinha. Judiou legal de mim!
Voltei-me para o livro, pois já estava ficando com tesão. Tentei ler mais um pouco e quando dei por mim, ele entrou em um ônibus e foi embora. Nunca mais o vi. Às vezes, tenho vontade de voltar naquele terminal só para ver se encontro aquele cara. Fiquei horas pensando naqueles pés de conchinha, massageando os pés da mulher. Que vontade de dar uma esfregada naqueles pés!

Beijos nos pés!