domingo, 14 de julho de 2013

Rio 2013 – Feira silenciosa, Mercado do Saara e despedida


Levantei cedo novamente e fui tomar banho. Depois levei minhas coisas para o quarto de cima e arrumei logo a minha cama. 





Fiquei no andar debaixo de um beliche na parede do fundo do quarto. Descobri que em cima, quando a gente se mexe, faz barulho. Embaixo, quase não faz barulho.

Desci para tomar o breakfast e a gatinha veio miando para mim querendo mais salgadinho. Fiquei impressionado com ela, pois não pensava que gato gostasse de salgadinho.

Depois ajudei minhas colegas a arrumarem as malas, e fomos para a feira que estava tendo em frente ao Hostel. Minhas colegas ficaram admiradas porque a feira era silenciosa. Bem que aqui em São Paulo podia ser assim.

Depois fomos ao Mercadão do Saara. É uma espécie de 25 de março daqui de São Paulo. Enquanto elas compraram lembrancinhas para levar, eu comprei um monte de coisas do Spiderman. A cada dia aumento mais a minha coleção de produtos do Homem-Aranha.

Fomos almoçar em um restaurante self-service, e fiz meu prato só com coisas vegetarianas. Peguei uma banana a milanesa, mas estava azeda. Tive que deixar no prato.

Depois andamos mais pelo centro do Rio e tomamos o busão para o Hostel. Passamos em frente ao Maracanã, mas estava fechado. Vão reabrir daqui alguns dias.

Quando chegamos, fui tentar arrumar a mala da minha colega que estava bem desarrumada. Depois fui postar um trabalho dela no seu blog. Dei umas últimas instruções e finalizei o post para ela. Fiz um sanduíche para ela comer antes de ir. Nos despedimos e fui tomar banho.

Voltei para comer e conheci uma turista tatuada de Sampa. Ela queria ir num show do Criolo (cantor de Rap), mas disse que estava meio cansado. De qualquer maneira, não é a minha praia mesmo. Conversamos um pouco. Então ela me convidou para ir no dia seguinte ao aniversário da morte do Cazuza. Disse que iria assistir a Meia Maratona do Rio.

Descobri que chegaram duas dinamarquesas que iriam dormir no nosso quarto. Uma me cumprimentou em inglês, mas a outra era séria demais. Alguns gringos não sabem nosso idioma, então se fecham em seu mundo próprio.

Falei com um outro hóspede, só que ele era dos EUA. Perguntei se iria na Meia Maratona, mas ele disse que não. O cara era um negão de quase dois metros e escutava músicas de jazz & blues.

Depois de todo o dia agitado, fui deitar. Antes, resolvi assistir um filme de terror que passava na Band. O filme se chamava Cobras. Pena que me deu sono e resolvi ir dormir, sem assistir ao fim.


Amanhã conto sobre a Meia Maratona e a visita ao cemitério.

Beijos nos pés!