domingo, 21 de julho de 2013

Rio 2013 – Hóspedes


Vou contar aqui algumas coisas sobre os hóspedes com quem convivi por quase uma semana. Vou começar o post descrevendo os argentinos.

Argentino magrinho: Reparei que o argentino era moreno claro e tinha lindos olhos azuis. Seus cabelos eram lisos, e o corte de cabelo era moicano. No fim do corte, havia um dread. O cara era bem magrinho. 

Tinha pernas finas, mas os pelos eram bem dourados. Os pés, apesar de magros, eram bem bonitinhos. As unhas eram curtas e limpas e o cara calçava uns 42. 


Usava uma tornozeleira na perna direita. Mesmo usando o chapéu de palha que a dinamarquesa deixou, o cara ficava lindo.




Argentino peludo: O outro argentino fazia o meu tipo. Também era moreno, um pouco mais bronzeado e tinha olhos bem castanhos. 

Era meio gordinho e tinha o corpo cheio de pelos. As pernas não eram tão grossas, mas seus pelos castanhos escuros eram bem bonitos. Reparei que usava um chinelo tipo Clocks e que tinha um baita pezão. Avistei que o cara calçava 44 de longe. 

No outro dia me aproximei do chinelo dele e pude conferir a medida. Também tinha o cabelo tipo moicano, mas não usava dread. A barba estava por fazer, e dava mais masculinidade ao gajo.

Alemão: O cara era uma simpatia. Na noite que o conheci, estava do lado de fora. Não quis acender a luz porque tinha uma moça dormindo. Falava um pouco de português, e no dia que foi embora, conversamos um pouco sobre várias coisas. 

Tinha os olhos bem azuis, e uns pés bem largos. Apesar das unhas dos dedos não serem muito bonitas, as solas eram incrivelmente rosadas e pareciam bem macias. Devia ter uns 40 anos.

Garota tatuada: Ouvi uma conversa dela com outra hóspede sobre o tamanho do pênis do alemão que era pequeno. 

Parece que ele estava sem cueca. Enquanto ela reparava no tamanho dos pênis dos hóspedes, eu reparava no tamanho dos pés.

Francês: O coroa nasceu em algum lugar da França, mas veio pequeno para o Brasil. Tinha um corpo bem musculoso e seus pés não eram grandes. Mas eram bem cuidados. Pena que era muito cricri. Tentei puxar conversa com ele sobre vários assuntos, mas o cara sempre era do contra.

Negro americano: Na noite em que saí para comprar sorvete com as meninas, puxei conversa com ele, mas depois é que eu vi que ele estava no telefone. Quando voltei ele já tinha ido dormir. Nunca vou esquecer ele cantando jazz & blues.

Catarinense: Apesar de magrinho, tinha as pernas peludas. Calçava uns 42 e seus pés eram bem branquinhos. A sola era bem rosada. Mudou para o Rio de Janeiro para tentar uma vida nova.




Churrasqueiro: Tinha um carinha que vendia churrasquinho na esquina. Parece que ele morava lá. 

Certa noite fui comer alguma coisa no balcão, e o cara estava só de bermuda e sem camisa em cima do sofá. Tinha a pele morena e era meio gordinho. Mas não tinha pelos pelo corpo. Os pés deviam ser 40 e não eram tão bonitos. Fui dormir e dei apenas boa noite!

Coroa de Sampa: Teve um coroa que passou apenas uma noite. Quando ele foi dormir, sentou e tirou a bermuda. Depois colocou as calças.

Olhos de Husky: Tinha outro carinha de Sampa que tinha olhos de Husky Siberiano. Era gordinho, cabelos cacheados, mas não tinha pés muito bonitos. Apesar dos pés pequenos, a sola parecia ser bem macia. 

Teve outros moradores, mas que não tive muito contato. Alguns só via quando entravam ou quando saiam.

De certo modo, adorei ter convivido com pessoas tão diferentes de costumes, hábitos e principalmente idiomas. Na sala onde ficava a recepção, às vezes se ouvia três ou quatro idiomas diferentes.

Algumas pessoas que conheço tem preconceito com Hostel, mas onde mais poderia conhecer pessoas tão incríveis assim. Passar a noite com estrangeiros de todos os continentes. Ouvir dialetos e expressões tão diferenciados.


Eu aconselho a todos que passem por essa experiência que é muito boa! É só escolher um Hostel de confiança que tudo vai dar certo!


Beijos nos pés!