terça-feira, 27 de dezembro de 2011

De volta pra casa

Na volta para casa, peguei o metrô que estava super lotado por causa do incêndio na favela do Moinho. Muitos homens bonitos. Na hora de embarcar, foi aquele perrengue. Entrei no vagão e fiquei na frente de um trintão bem gostosinho. Tinha umas mãos tão bonitas. Segurei no teto do vagão porque não tinha onde me segurar, e minha mão encostou na dele sem querer. Era bem macia e gordinha. Reparei que seu braço era bem peludo. Coisa de macho.

Estava atrás de mim. Fiquei sentindo o calor de sua respiração em meu cangote. Tive que virar para alguém sair do vagão, aí ele também virou. Acho que o cara preferia ficar roçando em minha bunda.

Depois que fiz a transferência para pegar o trem. Foi outro perrengue. O trem estava lotado. Não deu nem para ir encostado na porta. Tive que ficar na parte do meio onde tem os bancos. Pelo menos tinha corrimão para segurar.

Quando encostei no corrimão, do lado havia um carinha de trinta anos. Esse fazia o meu tipo. Não era muito alto. Tinha pele branca. Braços grossos e com pelos dourados. Seus cabelos eram lisos e castanhos. Segurava no corrimão e fiquei rezando para ele esbarrar em minha mão. Às vezes percebia que o cara olhava para mim. Eu olhava pela janela e às vezes o via pelo reflexo do vidro.


Às vezes abaixava a cabeça e ficava reparando em seus pezões. Devia calçar uns 42. O sapato era social preto e tinha bico largo. Como ele era gordinho, devia ter uns pés também gordinhos. O formato do sapato indicava tudo. Geralmente os pés gordinhos calçam sapatos largos. Adoro ver os pés para fora do chinelo. Alguns chinelos não tem formato suficiente para tanto pé. Foi uma tentação ficar ao lado daquele homem. Imagine dar uma esfregada naqueles pés! Devia ser uma delícia!

Mas a viagem valeu à pena. Apesar dele não ter encostado em minha mão, dava para sentir o calor do seu braço peludo. Teve uma hora que ele encostou o cotovelo no meu braço. Pele bem macia e quente. Quase fiquei arrepiado. O cara estava jogando um jogo de futebol. Não sei se era no celular ou no game. Aproveitei o máximo que pude.

Futebol só gosto de rua ou então ao vivo e na areia. Para poder ver as pernas dos jogadores.

Na hora dele descer. Passou por mim e pediu licença. Pensei que ele fosse me dar uma acochada, mas não rolou nada.

Nessas horas, vale muito à pena andar de coletivo. Tenho a oportunidade de dar umas belas esfregadas em mãos macias e bem quentes.

Prefiro quando estou de bermuda e os caras também. Dá para ir roçando as pernas peludas numa boa. É um tesão só!
  
Beijos nos pés!