sábado, 27 de agosto de 2011

Lambida no cu

Sábado à noite e então resolvi ir numa balada na Barra Funda. Lugar descolado. Tinha música techno. Dancei bastante. Estava uma noite fria e não deu para suar muito. 

Quando deu uma da manhã, o negócio começou a esquentar! Teve show de stripper. Gostei dos caras, mas achei que o público não se continha muito. Algumas pessoas passavam a mão literalmente nas partes íntimas dos boys. 

Teve uma hora que os caras tiraram até as cuecas. Não pensava que ficassem totalmente nus. Nesse momento, a galera delirava. Aplausos e mais aplausos.

Depois da apresentação, voltou a tocar música. O DJ era irado. Tinha uma seleção de músicas de todos os gêneros. Tocou até Beatles. Depois de alguns minutos, percebi um carinha de olho em mim. 

Quando estou dançando, perco a noção do tempo. Não consigo ver ninguém a minha frente. Sinto que deliro. Entro no embalo da música. O cara se aproximou e perguntou se estava sozinho. Disse que sim. Começou a falar bem perto de meu ouvido e deu para eu sentir seu hálito agradável. 

Enquanto falava, tocava suas mãos macias em meu antebraço. Às vezes encostava sua barba por fazer em minha orelha. Teve uma hora em que fiquei todo arrepiado. O cara percebeu e começou a judiar de mim. Começou a roçar sua barba no meu rosto. 

Roçou na bochecha e depois deu uma roçada em meu queixo. Na hora, não resisti! Tasquei um beijo no carinha. Sua língua era bem macia. Chupei com muita vontade porque fazia tempo que não beijava. O cara resolveu me levar para o banheiro. 

Mas fiquei com medo, porque é um ambiente muito fechado. Sem circulação de ar. Imundo. Então resolvi ir para o darkroom. Pelo menos, corria menos risco de ser assassinado na frente de outras pessoas. Chegando lá, o cara continuou me beijando. 

Depois de muito chupão, pediu para eu virar. Começou a roçar sua barba macia em meu pescoço. Fiquei todo arrepiado. De novo! O cara pediu para eu tirar a camisa, pois queria beijar e lamber minhas costas. Achei aquilo meio estranho, mas fiz o que ele pediu.

Começou pelo pescoço e foi descendo pela linha da coluna até o cofrinho. Pediu para eu abaixar a calça porque queria beijar minha bunda. Fiquei com medo dele querer enfiar o dedo, mas deixei. Começou a beijar minha bunda e dar umas mordidinhas de leve em minhas nádegas. 

Suas mãos macias acariciavam minhas costas. Depois de muitos beijos e mordidas, o cara começou a lamber o buraco do meu cu. Lembro que apertei bem forte para ele não passar a língua lá. Ele começou a abrir minhas nádegas, forçando a abertura do ânus. 

Disse que não queria isso. Ele, ajoelhado aos meus pés, implorou para lamber meu cuzinho. Nesse momento, já tinha gente em volta de mim. Às vezes sentia umas mãos me pegando, mas pedia para tirarem. 

Me senti num filme pornô. Enquanto resolvia se deixava o cara lamber meu cu, o cara começou a passar sua língua quente bem próximo do ânus. 

Foi muito agradável sentir aquela língua macia, molhada e quente em meu cuzinho. Então resolvi ceder. O cara introduziu a ponta da língua dentro do meu cu. 

Ele girava a língua em volta do ânus e socava com a língua. Senti como se um micropênis socasse meu cu. Nunca pensei que fosse sentir tanto prazer. O cara delirou e disse que tinha gozado. Eu, nem se fala. Tive que ir ao banheiro enxugar a cueca que estava ensopada. Gozei como nunca. Nunca mais senti o prazer de uma língua em meu ânus.

Beijos nos pés!