segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sandy e sua entrevista polêmica

Acompanho a carreira de Sandy desde o início. Sempre achei ela uma criança normal. Uma adolescente normal. E agora, mais do que nunca, uma mulher normal. Meu lado hétero me fez comprar a Playboy da Adriane Galisteu, que por sinal, estava belíssima. 

E de quebra, tive o prazer de ler a polêmica entrevista de Sandy. Vou descrever aqui algumas frases sobre o que ela disse. 

Sandy fala do sexo antes do casamento, e que em uma relação, é importante que as pessoas tenham compatibilidade. 

E que entre quatro paredes vale tudo. Também acho que toda relação deve passar por isso, inclusive a homossexual. Comentou da importância dos filmes pornográficos que devem ser vistos em momentos adequados. 

Diferente do que se imagina, ela disse que esses filmes poderiam ter menos historinha e ir direto ao ponto. Cada qual pensa de uma forma. Assim como os homens, algumas mulheres também gostam de praticidade.

Falou que já teve curiosidade de VER, e não fazer, uma prática de swing. Todos nós já tivemos curiosidade de ver a intimidade de alguém. 

Através de um beijo de alguém em público, reality show, novelas, filmes eróticos, escutar os vizinhos gemendo, e por assim vai. Com relação ao sexo anal, ela disse que é possível ter prazer anal, porque é fisiológico. Em nenhum momento ela disse que tinha feito sexo anal. 

Hoje em dia, até os adolescentes sabem que se pode ter muito prazer tendo esse tipo de relação. Mostrou que é uma mulher como as outras, apesar de preservar a intimidade. 

Ela contou que gosta de usar lingerie sensual, que já foi em uma sex shop, que utiliza música para transar, que é boa em striptease, que já tomou um porre e não gostou porque teve a sensação de perder o controle.

Teve coragem de assumir que músicas sertanejas não fazem o seu tipo, apesar de seu pai cantar sertanejo. Que cursou faculdade de letras pela PUC de Campinas por questão de realização pessoal.

Apesar de ela preservar o máximo sua intimidade e ter pudor com seu corpo, as pessoas sempre inventam coisas maldosas sobre ela. Ainda bem que ela lida muito bem com isso. Define o homem como perpetuador de espécie, que gosta de sexo, de variedade, de experimentar. 

Disse que até perdoaria uma traição, mas que ficaria arrasada. A repórter termina a entrevista dizendo “Com essa carinha de boa moça, você nunca nos enganou”. Ela responde que nunca quis enganar ninguém. Eu também acho que ela é uma boa moça (sem ironia) e que nunca enganou ninguém. 

Apenas viveu as fases de sua vida como pôde. Como ela mesma disse, a menina que cantava “Maria Chiquinha” cresceu e se tornou uma pessoa bem resolvida, muito bem casada, ou seja, uma MULHER!

Dedico esse post a “Uma linda mulher” chamada Sandy.

Beijos nos pés!