terça-feira, 16 de agosto de 2011

Meu primo de segundo grau

Fui passar as férias na casa de uma prima. Chegando lá, havia outro primo delas de sangue passando uns dias lá. Era um belo de um gauchinho! Apesar de sermos apresentados como primos de segundo grau, gostei do cara. 

Era bem branco, olhos claros, cabelos castanhos. Tinha um baita pezão. Calçava 42. Foi amor a primeira vista. Quando estava de bermuda, era impossível não olhar para suas pernas grossas e peludas. 

Seus pés eram bem rosados, grandes, largos e macios. Fiquei apenas alguns dias lá. Cada dia que passava, gostava mais dele. 
Quando íamos para a piscina, ele usava calção. Brincamos de ficar um no ombro do outro. Abríamos as pernas em baixo da água para podermos passar entre elas. 

Quando passava pelas pernas dele, sempre dava uma roçada e sentia seus pelos roçando nos meus. Teve uma hora em que ele plantou bananeira e pediu para eu segurar pelos seus pés. Aproveitei o quanto pude. Nesse dia, meu “priminho de coração”, assim que me referia a ele, estava muito inspirado. 

Todas as brincadeiras em que fizemos na água, tinha muita esfregação. Aguentei ao máximo para não ficar de pau duro porque minhas outras primas estavam lá. Foi difícil resistir.

Na hora de dormir, ele ficava só de calção. Dormia em um sofá e eu, no outro. Virava os pés na direção dos meus. Rezava para ele tocar em meus pés, mas o sofá ficava um pouco distante. Um dia fingi que estava dormindo e quando abri os olhos, meu priminho estava só de olho em mim. Fiquei só de calção e camiseta. 

Não sei o que ele tanto olhava. Tinha esperanças que ele fizesse algo comigo. De preferência com meus pés. Queria sentir aqueles pezões esfregando nos meus. Às vezes pensava até em me declarar para ele. 

Graças a Deus retornei para minha casa e nunca mais o vi. Sei que foi morar na Europa e que dias desses voltou. Ainda bem que mora lá no Rio Grande do Sul. É um gaúcho macho, tchê!

Beijos nos pés!