sábado, 6 de agosto de 2011

Negro gato


Sexta-feira, véspera de feriado, meu amigo resolveu me levar para uma balada. Quando chegamos, um carinha começou a me olhar. Era um negão lindo. Tinha os olhos cor de mel, bocas carnudas, forte, pernão grosso e um baita pezão. Nunca me envolvi com negros por medo daquilo. Dizem que é muito grande!

Tinha uma prima de Santos que só falava na anaconda do namorado negro dela. Gostava só de negros por causa de suas partes íntimas. Fiquei meio sem graça, pois sabia que se rolasse algo, não ia ter como fugir. Meu amigo percebeu que estava sendo paquerado por ele e disse para eu aproveitar. 

Que se não quisesse, podia passar para ele. Então, deixei as coisas se desenrolarem. Passou uns quinze minutos e o cara se aproximou. Tinha um hálito agradável. Foi difícil resisti àquela boca carnuda.

Enquanto falava comigo, ele olhava para minha boca, e eu fazia o mesmo, olhava para a boca dele. Chegou uma hora que não teve jeito. O cara foi se aproximando e começou a falar sussurrar perto do meu ouvido. Olhava para seus olhos, depois mirava em sua boca, mas não quis tomar a iniciativa. 

Até que o cara deu um cheiro no meu pescoço e disse que cheirava bem. Disse o mesmo para ele. Olhou fundo nos meus olhos, passou a língua nos lábios e começou a beijar meu pescoço suavemente. Depois deu umas lambidas de leve. Até que o cara me beijou no canto da boca e não resisti. 

Mirei minha boca na dele e deixei rolar. O cara era bem carinhoso. Enquanto me beijava, acariciava meu braço e meu pescoço. Quanto introduziu sua língua dentro de mim, chupei com vontade. Lembro que ele reclamou que estava doendo, pois eu chupava com muita pressão. 

Então fui mais devagar. Chupava e engolia aquela saliva. Nunca pensei que um negro pudesse me dar tanto prazer. O cara já estava de pau duro. Começou a dizer que queria me comer de qualquer jeito. Que tinha gostado de mim. Depois de tanto carinho, até pensei em dar pro cara, mas quando passei a mão em sua mala, tive que desisti! 

Era grande e muito grossa. Só disse para ele que não iria aguentar tudo aquilo. Pediu para irmos para o darkroom. Fiquei com um pouco de medo, pois é muito escuro. Pensei no banheiro, mas estava meio sujinho. Ficamos no darkroom mesmo. O cara me pegou por trás. Começou a esfregar sua “mala” no meu traseiro. 

Mas não teve jeito. Ficamos só nos beijando. Para mim já estava de bom tamanho. Nisso, meu amigo passou e me chamou no canto. Disse que tinha me dado bem. Então falei que o cara queria me comer, mas que não tinha coragem de da pro cara. Aí meu amigo disse que tinha. Fui até o carinha e perguntei se ele não queria comer meu amigo. 

Ele deu uma olhada, pensou um pouco e disse que tudo bem. Voltei até meu amigo e disse que o cara iria comer ele. Puxei meu amigo pelas mãos e o levei até o cara. 

Chegando lá, meu amigo logo virou de costas para ele e foi tirando as calças. Sentei numa bancada e meu amigo se apoiou em meus joelhos. Só vi o barulho do cara abrindo o pacote da camisinha. Deu uma cuspida e mirou no traseiro do Paulinho. Quando começou a introduzir, meu amigo gemeu bastante. 

Acho que deve ter doído muito! Teve uma hora que meu amigo começou a abrir minha calça pra me chupar, mas não deixei. Não gosto de misturar as coisas. Também não estava afim. 

Lembro que levantei e fui até o cara. Passei a mão no talo de seu membro e vi que era muito grosso. O carinha começou a me beijar. Sua língua girava dentro de minha boca. Chupava com vontade. 

O meu amigo só gemendo. O carinha começou a passar a mão na minha bunda. Abaixei as calças e ele abriu a mão e segurou com vontade minhas nádegas. Tentou passar um dedo no meu rego, mas não deixei. Lembro que disse que tinha um cuzinho gostoso e apertado e que queria muito me deflorar. Não deixei. 

Às vezes, me arrependo de não ter tentado, mas ao mesmo tempo, lembro de outro amigo meu que deu para um cara maludo violento e foi parar no hospital. 

O cara rasgou o cu dele literalmente. Teve que levar até ponto. Meu amigo ficou traumatizado, e eu, mais ainda. Agora que eu não dava mesmo!
No fim de tudo, todos saíram satisfeitos. Meu amigo se fartou naquela jeba. Eu beijei muuuuito! E o cara comeu meu amigo e me beijou. Nunca mais o vi. Só sei que mora no Pico do Jaraguá.

Beijo nos pés!