quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Hóspede na Consolação

Enquanto morei com minha tia na Consolação, vivi momentos preciosos. Certa vez ela resolveu receber um filho de uma amiga. Apesar do cara ser um pouco mais velho, era bem gostosinho. Apesar de tudo, não tinha tesão por ele.

Morava no Rio de Janeiro e tinha um corpão bronzeado da praia. Era branco e tinha cabelos loiros. Seus cabelos eram grandes. Não curto cabeludos! Tinha pernas grossas e peludas. 

Seus pés eram grandes, rosados e pareciam ser bem macios. Apesar de tudo, não curti muito o cara. Na realidade, não fui muito com a cara dele.
Certa vez ele chegou bêbado. Eu tinha trabalhado o dia todo e vindo da faculdade a noite. 

Então estava me preparando para dormir e o cara bateu em minha porta. Dormia nas dependências da empregada porque era mais reservado. 

O cara chegou dizendo que estava atrasado e que queria comer um cu. Me fiz de desentendido. Ainda era puro e virgem e não queria me entregar sem amor para ninguém. No outro dia, pedi a chave do quarto para minha tia, mas ela não tinha. Não quis dizer o que havia acontecido, pois tinha receio das consequências. 

Só lembro que toda noite colocava uma caixa cheia de livro na porta, porque se o cara tentasse abrir, iria fazer barulho e eu iria acordar. Tive muito medo. As vezes ele bebia e ficava meio violento. Não tinha vocação para mulher de malandro!

Uma bela noite, durante o aniversário da minha prima, ele me levou até o quarto e me mostrou uma foto sua totalmente desnudo. E ainda por cima, estava com o pênis ereto. Tinha um baita picão branco e rosado. Era bem grosso. Acho que o sonho de muita gente. Mas mesmo assim, não entrei na dele. 

Minha prima estava afim do cara. Pagou até cinema e cerveja num bar para ele. Ele se aproveitava dela financeiramente, mas queria mesmo era me comer. Dias depois do acontecido, resolvi ir embora. Fiquei triste, pois adorava morar na Consolação.

Depois que parti, algumas semanas se passaram e minha tia começou a descobrir quem era ele? Teve que botar o carinha para fora de casa. Graças a Deus, tudo terminou bem!

Beijos nos pés!